domingo, 8 de setembro de 2019

Política: As leis das cartas magnas para os dias atuais. (3o bimestre).



Política: As leis das cartas magnas para os dias atuais.

UMA BREVE HISTÓRIA DOS DIREITOS HUMANOS
A Carta Magna, ou a “Grande Carta”, foi possivelmente a influência inicial mais significativa no amplo processo histórico que conduziu à regra de lei constitucional hoje em dia no mundo anglófono.
Em 1215, depois do Rei João da Inglaterra ter violado um número de leis antigas e costumes pelos quais Inglaterra tinha sido governada, os seus súbditos forçaram–no a assinar a Carta Magna, que enumera o que mais tarde veio a ser considerado como direitos humanos. Entre eles estava o direito da igreja de estar livre da interferência do governo, o direito de todos os cidadãos livres possuírem e herdarem propriedade, e serem protegidos de impostos excessivos. Isto estabeleceu o direito das viúvas que possuíam propriedade a decidir não voltar a casar–se, e estabeleceu os princípios de processos devidos e igualdade perante a lei. Isto também contém provisões que proíbem o suborno e a má conduta oficial.

Amplamente visto como um dos documentos legais mais importantes no desenvolvimento da democracia moderna, a Carta Magna foi um ponto de viragem crucial na luta para estabelecer a liberdade.

Petição de Direito (1628)

O seguinte marco miliário registado no desenvolvimento dos direitos humanos foi a Petição de Direito, feita em 1628 pelo Parlamento Inglês e enviada a Carlos I como uma declaração de liberdade civis. A rejeição pelo Parlamento de financiar a política exterior impopular do rei tinha causado que o seu governo exigisse empréstimos forçados e aquartelasse tropas nas casas dos súbditos como uma medida económica. Prisão arbitrária e aprisionamento por oposição a estas políticas produziram no Parlamento uma hostilidade violenta a Carlos e a Jorge Villiers, o Duque de Buckingham. A Petição de Direito, iniciada por Sir Edward Coke, baseou–se em estatutos e cartas anteriores e afirmou quatro princípios: (1) Nenhum tributo pode ser imposto sem o consentimento do Parlamento, (2) Nenhum súbdito pode ser encarcerado sem motivo demonstrado (a reafirmação do direito de habeas corpus), (3) Nenhum soldado pode ser aquartelado nas casas dos cidadãos, e (4) a Lei Marcial não pode ser usada em tempo de paz.

O que é a Constituição brasileira e para que serve a Carta Magna

Conheça um pouco sobre a Carta Magna do país, veja a história da constituição brasileira e suas diversas versões e modificações ao longo do tempo.

Constituição é um conjunto de leis que regem um país, um governo, um estado. Também chamada de Carta Magna, Lei suprema, Lei das leis, Carta Mãe.  É um conjunto de prescrições em que se discrimina os órgãos do poder, definindo a competência desses, estabelecendo a forma de governo, proclamando os direitos individuais e sociais, e assegurando esses direitos num sistema definido, determinado, com clareza e precisão. Entre essas várias definições destaca-se a de Temístocles Cavalcante: Constituição é a lei de todas as leis.

A primeira constituição brasileira foi proclamada em 25 de Março de 1824 e permaneceu por 65 anos. Teve como regime o parlamentarismo.

Em síntese, o Brasil teve os seus destinos regidos desde 1824 até ao presente, pelas seguintes Constituições:

Constituição promulgada em 24 de fevereiro de 1891. Esta foi a primeira Constituição Republicana, que durou até 16 de Julho de 1934. O presidente da República era eleito pelo sufrágio direto do povo.
Foi uma Constituição dos cafeicultores e apresentou inúmeras fraudes em seu resultado.

Resultado de imagem para imagens Constituição promulgada em 24 de fevereiro de 1891


Constituição de 16 de Julho de 1934: vigorou até 10 de novembro de 1937. Definiu-se os direitos políticos, voto secreto e o direito de voto à mulher. Na educação, o estudo primário (4 primeiros anos) tornou-se obrigatório e gratuito.

Constituição na chamada Era Vargas onde  foi criado as Leis trabalhistas e a justiça do trabalho.
Constituição de 10 de novembro de 1937, outorgada pelo governo revolucionário chefiado por Getúlio Vargas, foi bruscamente modificada. Inspirada na Constituição da Polônia ficou conhecida como a “Polaca”. Getúlio ampliou seus poderes, e governava por decretos-leis.

Foi nesta Constituição que Getúlio Vargas deu um golpe de estado tornando-se assim um ditador.
Constituição de 18 de Setembro de 1946. Foi criada e aprovada pela Assembleia Constituinte eleita em 2 de Dezembro de 1945. Foram reintroduzidos os mandados de segurança e de ação-popular (retirados antes por Getúlio) fortalecendo a democracia. Retornou o regime parlamentarista.
Esta Constituição teve como característica a redemocratização do pais.

Resultado de imagem para imagens Constituição de 18 de Setembro de 1946


Constituição de 24 de Janeiro de 1967, promulgada pelo Congresso Nacional modificada em parte pela Emenda Constitucional nº 1 de 17 de outubro de 1969. Muitos a consideram uma nova Constituição. Houve uma grande preocupação com a segurança nacional. As eleições tornaram-se sob a forma indireta e os presidentes foram todos militares.

Constituição de 1988. É a que rege o país até os dias de hoje. É conhecida como a “Constituição Cidadã”. Promove o estado democrático, autolimitando o poder do Estado. Qualquer cidadão pode participar da vida política. O voto é universal, direto e secreto. Jovens a partir de 16 anos já podem votar se desejarem e acima de 18 é obrigatório. Houve o fortalecimento do federalismo e do pluripartidarismo.

Resultado de imagem para imagens Constituição de 1988.


Uma das principais características desta Constituição é a reforma eleitoral, novos direitos trabalhistas, combate ao racismo, etc . . .

Estudar, compreender as Constituições de nosso país faz-nos entender nossa própria história, a vida política de nossa nação, os direitos, os deveres, e acima de tudo, avaliar nosso passado faz-nos abrir os olhos, conhecer nossos direitos e defendê-los.

Estudemos um pouco mais a Constituiçao de 1988 que é a atual Carta Magna do Brasil. Ela é a sétima constituição do país. Com 559 parlamentares ela estabeleceu uma série de regras como a criminalização do racismo e a proibição da tortura  a direitos como educação, trabalho e saúde para todos. Esta carta Magna encaminhou diversas vantagens ao cidadão como redução de carga horária semanal, seguro desemprego , décimo-terceiro salário para aposentados e seguro desemprego. Instituiu também a independência dos três poderes que viabilizou um Poder Executivo relativamente inchado.

Podemos salientar, também, que existiu, uma constituição no período de Dom Pedro I, em 1824 que levou a uma grande briga entre as forças políticas da época. Ela teve a maior validade no Brasil: durou mais de 65 anos.

Magna Carta (em português "Grande Carta") é forma reduzida do título, em latim, da Magna Charta Libertatum, seu Concordiam inter regem Johannen at barones pro concessione libertatum ecclesiae et regni angliae (Grande Carta das liberdades, ou concórdia entre o rei João e os barões para a outorga das liberdades da Igreja e do rei Inglês), um documento de 1215 que limitou o poder dos monarcas da Inglaterra, especialmente o do rei João, que o assinou, impedindo assim o exercício do poder absoluto. Resultou de desentendimentos entre João, o Papa e os barões ingleses acerca das prerrogativas do soberano. Segundo os termos da Magna Carta, João deveria renunciar a certos direitos e respeitar determinados procedimentos legais, bem como reconhecer que a vontade do rei estaria sujeita à lei. Considera-se a Magna Carta o primeiro capítulo de um longo processo histórico que levaria ao surgimento do constitucionalismo.

Antecedentes históricos

Após a conquista normanda de 1066 e os desdobramentos históricos do século XII, o rei da Inglaterra se tornara na virada do século XIII um dos soberanos mais poderosos da Europa, devido ao sofisticado sistema de governo centralizado introduzido pelos normandose às amplas possessões anglo-normandas no continente. Entretanto, uma extraordinária sequência de fracassos da parte do rei João - que subira ao trono inglês no início do século XIII - levou os barões ingleses a se revoltar e a impor limites ao poder real.

Foram três os seus grandes fracassos.

Primeiro, o rei não tinha o respeito dos seus súditos, devido à maneira pela qual tomou o poder após a morte de Ricardo Coração-de-Leão. João mandou aprisionar e, ao que parece, liquidar o seu sobrinho e co-pretendente ao trono, Artur da Bretanha, causando a rebelião da Normandia e da Bretanha contra o rei inglês.

Em segundo lugar, João fracassou em sua tentativa de reconquistar os territórios ingleses tomados por Filipe Augusto de França, fracasso este que ficou patente com a batalha de Bouvines, em 1214. Não é por este motivo que João é chamado de "Sem Terra" (Lackland), mas sim porque, sendo o filho mais novo, não recebera terras em herança, ao contrário de seus irmãos mais velhos.
O terceiro fracasso de João foi envolver-se numa controvérsia com a Igreja Católica acerca da indicação do Arcebispo da Cantuária. O rei recusou-se a aceitar a indicação feita pelo Papa para a posição e, em consequência, a Inglaterra foi colocada sob sentença de interdição até que João se submetesse, em 1213.

A Magna Carta e eventos subsequentes


Em 20 de julho de 1215, os barões, revoltados com os fracassos do rei, tomaram Londres e forçaram João a aceitar um documento conhecido como os "Artigos dos Barões", ao qual o grande selo real foi aposto em Runnymede, em 15 de junho do mesmo ano. Em troca, os barões renovaram os seus juramentos de fidelidade ao rei em 19 de junho. Um diploma formal, preparado em 15 de junho pela chancelaria para registrar o acordo entre o rei João e os barões, ficou conhecido como Magna Carta. Cópias desta foram enviadas a funcionários tais como xerifes e bispos.

A cláusula mais importante para João, naquele momento, era a 61ª, conhecida como "cláusula de segurança" e a mais extensa do documento. Estabelecia um comitê de 25 barões com poderes para reformar qualquer decisão real, até mesmo pela força se necessário.

João não pretendia honrar a Magna Carta, já que esta havia sido selada sob coerção; ademais, a cláusula 61 anulava, para todos os efeitos práticos, as suas prerrogativas como monarca. O rei, portanto, repudiou o documento assim que os barões deixaram Londres, o que mergulhou a Inglaterra numa guerra civil.

João viria a morrer em Newark, Inglaterra, em 18 de outubro de 1216, possivelmente envenenado por um abade irritado por ele ter tentado seduzir uma freira e encontra-se sepultado na catedral de Worcester. Subiu ao trono seu filho Henrique III, em Outubro de 1216. A Magna Carta foi repristinada em nome de seu filho e sucessor, Henrique III, pela regência (Henrique era menor de idade), em Novembro daquele ano, suprimindo-se algumas cláusulas, inclusive a 61ª. Quando atingiu a maioridade, aos 18 anos, em 1225, Henrique republicou o documento mais uma vez, numa versão ainda mais curta, com apenas 37 artigos.

Na altura da morte de Henrique, em 1272, a Magna Carta já se tinha incorporado ao direito inglês, o que tornaria mais difícil a um futuro soberano anulá-la. O Parlamento de Eduardo I, filho e sucessor de Henrique, republicou o documento uma última vez, em 12 de outubro de 1297, como parte de um estatuto conhecido como Confirmatio cartarum e que confirmava a versão curta de 1225.

Os termos da Magna Carta de 1215

 Magna Carta foi redigida em latim.

O documento garantia certas liberdades políticas inglesas e continha disposições que tornavam a Igreja livre da ingerência da monarquia, reformavam o direito e a justiça e regulavam o comportamento dos funcionários reais.

Grande parte da Magna Carta foi copiada da Carta de Liberdades de Henrique I, outorgada em 1100 e que submetia o rei a certas leisacerca do tratamento de oficiais da igreja e nobres – o que na prática concedia determinadas liberdades civis à igreja e à nobreza inglesa.

O documento compõe-se de 63 artigos ou cláusulas, a maioria referente a assuntos do século XIII e de importância datada (e.g., redução das reservas reais de caça). O texto é um produto de negociação, pressa e diversas mãos.

Uma das cláusulas que maior importância teve ao longo do tempo é o artigo 39 (tradução livre a partir de uma versão em inglês):

"Nenhum homem livre será preso, aprisionado ou privado de uma propriedade, ou tornado fora-da-lei, ou exilado, ou de maneira alguma destruído, nem agiremos contra ele ou mandaremos alguém contra ele, a não ser por julgamento legal dos seus pares, ou pela lei da terra."

Significa que o rei devia julgar os indivíduos conforme a lei, seguindo o devido processo legal, e não segundo a sua vontade, até então absoluta.

O artigo 40 dispõe:

"A ninguém vendemos , a ninguém recusaremos ou atrasaremos, direito ou justiça."

Tais cláusulas representavam um freio ao poder do rei e o primeiro capítulo de um longo processo que levou à monarquia constitucionale ao constitucionalismo.

Importância

A versão de 1225 da Magna Carta é o primeiro estatuto inglês e a pedra angular da constituição britânica. Tornou-se especialmente importante no século XVII, com o recrudescimento do conflito entre a coroa e o Parlamento. Foi revisada diversas vezes, de maneira a garantir mais amplos direitos a um número maior de pessoas e preparando o terreno para o surgimento da monarquia constitucional britânica.

A Magna Carta de 1297 ainda integra o direito inglês, embora apenas os artigos 1, 9 e 29, bem como parte da introdução, estejam em vigor.

Etimologia

De magna, feminino de "grande" em latim, e carta, ae, termo latino que se refere à folha de papiro pronta para a escrita e que está na origem da palavra "carta" em português.

Cópias da Magna Carta

Atualmente existem 17 cópias do texto. A maior parte está na Inglaterra, na Biblioteca Britânica, Arquivos da Catedral de Salisbury, arquivos Públicos de Londres e Biblioteca Bodleian da Universidade de Oxford.

Fora da Inglaterra há duas cópias, uma no Parlamento, em Camberra que foi doada ao povo australiano e outra na mão de privados.

Atualmente existe uma cópia no Brasil, localizada no Tribunal Superior do Trabalho em Brasília - DF.

A única versão nas mãos de privados (de 1297 com o selo real de Eduardo I) pertence ao advogado e magnata americano David Rubenstein, co-fundador do grupo financeiro Carlyle e antigo conselheiro de assuntos internos do presidente Jimmy Carter. Durante cinco séculos foi propriedade da família Brudenell. Em 1984, foi comprada pela fundação Perrot. Em 18 de dezembro de 2007 Rubenstein comprou por 21,3 milhões de dólares (14,8 milhões de euros) na Sotheby's de Nova Iorque.

Carta Magna, o princípio da liberdade

Junho de 1215, Londres, margens do Rio Tâmisa. Rei João e barões ingleses assinam acordo visando pôr fim aos conflitos entre Sua Majestade e a nobreza.

O documento firmado naquele 15 de junho foi muito além do objetivo original, eis que garantiu os direitos da Igreja, fixou normas do direito de família, de questões hereditárias, regras sobre pagamento de dívidas, normas processuais, assegurou liberdade de locomoção e de livre comércio, garantiu correção de injustiças eventualmente praticadas pelas autoridades e devolução de bens injustamente desapropriados. E, principalmente, a Carta dispôs sobre o direito de toda pessoa a um julgamento conforme a lei — o devido processo legal — e a supremacia da lei sobre o poder do rei e de outras autoridades.

Este documento é reconhecido como um dos pilares da governança constitucional, da moderna democracia, um dos magnos símbolos da liberdade, materializando o princípio de que ninguém está acima da lei — o universal princípio rule of the law .

Nas palavras de Lord Dening, a Carta “constitui o mais importante documento constitucional de todos os tempos — o fundamento da liberdade do indivíduo perante a autoridade arbitrária do déspota”.

A Magna Carta de 1215, juntamente com a Declaração Americana de Independência (1776) e a Declaração Francesa dos Direitos do Homem (1789), constitui um dos três documentos básicos na marcha em direção à dignidade humana, ao direito de todo ser humano à vida e à liberdade.

Modernamente, considera-se a Declaração Universal dos Direitos do Homem aprovada pela ONU em 1948 como legítima herdeira dos três documentos históricos firmados pelos ingleses, americanos e franceses. Infelizmente esta Declaração, bem como a Carta das Nações Unidas (1945) — ambas proclamadas após a Segunda Guerra Mundial — não evitaram a sequencia de crimes contra a paz, crimes de guerra, agressões, inenarráveis atrocidades, genocídios, as múltiplas violações aos direitos humanos que vêm infelicitando o gênero humano nestas sete décadas, trazendo a morte a dezenas de milhões de inocentes. Também não evitaram a continuação de regimes ditatoriais que executam réus sem julgamento, que discriminam contra as mulheres, que vedam a prática de outras religiões além da crença oficial do Estado.

Com tudo isto, a Carta Magna há de ser lembrada e comemorada como início da luta pelos fundamentais direitos humanos — documento que tem servido de inspiração na luta pela liberdade, pela igualdade, pela democracia, pela supremacia da lei sobre todos os fatores sociais.

Inspirados nesta celebração, todos que valorizam a dignidade humana devem colaborar na luta em prol do sacrossanto direito à vida e à liberdade de cada ser humano, dos princípios da justiça, da segurança individual, da tranquilidade dos povos, da conquista da paz mundial.

Jacob Dolinger é professor

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Fonte:


Wikipedia, globo.com, Educação, Unidos para os direitos humanos

Comentário:

Diversas leis de hoje que foram inspiradas pelas cartas magnas deram grandes oportunidades para a humanidade, ou seja, elas deram um começo para os direitos de todos. Na parte de comunicação, todos os anos diversas declarações politicas dos dias de hoje chamam a atenção do publico, e muitas dessas declarações são inspiradas pelas leis das cartas magnas.

Mundo: Grande Barreira de Coral (3o bimestre).




Mundo: Grande Barreira de Coral




A Grande Barreira de Coral australiana é uma imensa faixa de corais composta por cerca de 2 900 recifes, 600 ilhas continentais e 300 atóis de coral, situada entre as praias do nordeste da Austrália e Papua-Nova Guiné, que possui 2.200 quilômetros de comprimento, com largura variando de 30 km a 740 km.

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A Grande Barreira de coral pode ser vista do espaço e é a maior estrutura do mundo feita unicamente por organismos vivos.  

As estruturas do recifes são compostas por milhares de milhões de minúsculos organismos, conhecidos como pólipos de coral. Ela suporta uma grande biodiversidade e foi eleita um dos patrimônios mundiais da Humanidade em 1981.

 Ela também foi eleita pelo canal de TV americano CNN como uma das Sete maravilhas naturais do mundo, e uma das finalistas na lista elaborada pela Fundação New7Wonders. 

O Conselho Nacional de Queensland também nomeou como um dos símbolos estaduais do estado australiano de Queensland. Uma grande parte do recife é protegido pelo Parque Marinho de Grande Barreira de Corais, que ajuda a limitar os impactos do uso humano, como pesca e turismo. Outras pressões ambientais sobre o recife envolvem o escoamento superficial, as alterações climáticas acompanhadas do embranquecimento maciço dos corais e surtos na população de estrelas-do mar coroa-de-espinhos, que se alimenta dos corais.

A Grande Barreira de Coral tem sido conhecida pelo seu uso pelos aborígenes locais e pelos nativos da Ilhas do Estreito de Torres, e é um importante componente para a cultura local. A Grande Barreira é um importante destino turístico especialmente nas regiões das ilhas de Whitsunday e da cidade de Cairns. O turismo é uma importante atividade para a região, movimentando até 8 bilhões de dólares por ano.

A saúde da Grande Barreira, que abriga 400 tipos de coral, 1.500 espécies de peixes e 4.000 variedades de moluscos, começou a se deteriorar na década de 1990 pelo duplo impacto do aquecimento de água do mar e o aumento de sua acidez pela maior presença de dióxido de carbono na atmosfera.

Biodiversidade

A Grande Barreira suporta uma grande biodiversidade, incluindo muitas espécies vulneráveis ​​ou ameaçadas de extinção, alguns dos quais podem ser consideradas endêmicas para esse tipo de ecossitema.

 Foram registrados trinta espécies de baleias, golfinhos e botos, incluindo a baleia-de-minke-anã, o golfinho jubarte do indo-pacífico e a baleia jubarte. Grandes populações de dugongos também vivem lá.

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Seis espécies de tartarugas marinhas vêm para o recife para se reproduzir - a tartaruga verde, tartaruga-de-couro, tartaruga-de-pente, tartaruga-comum, natator depressus e a tartaruga-oliva. As tartarugas-verde na Grande Barreira de Coral possuem duas populações geneticamente distintas, uma na parte norte do recife e outra na parte sul. Quinze espécies de ervas marinhas atraem os dugongos e tartarugas, e fornecem o habitát dos peixes. Os gêneros mais comuns de algas marinhas são a Halophila e Halodule.

Os crocodilos-de-água-salgada vivem em pântanos de mangue e sal próximo ao recife. A distribuição da população ainda não foi estudada, mas a densidade é ampla, porém baixa. Cerca de 125 espécies de tubarões e arraias vivem no recife. Perto de 5.000 espécies de moluscos foram registrados no recife, incluindo a ostra-gigante e vários nudibrânquios e conus. Quarenta e nove espécies de pipefish e nove espécies de cavalos-marinhos foram registradas. Pelo menos sete espécies de sapos habitam as ilhas.

215 espécies de aves (incluindo 22 espécies de aves marinhas e 32 espécies de aves de rochas) visitam o recife ou constroem seu ninho nas ilhas, incluindo as águias Haliaeetus leucogaster e a andorinha-do-mar-rosada. A maior parte dos ninhos ficam em ilhas nas regiões norte e sul da Grande Barreira de Coral, com mais de 1.400.000 pássaros usando esses ninhos. As ilhas da Grande Barreira também suportam 2.195 espécies de plantas conhecidas, sendo que três dessas são endêmicas. As ilhas do norte possuem de 300 a 350 espécies de plantas que tendem a ser arborizadas, enquanto que as ilhas do sul possuem 200, que tendem a ser gramíneas; a região de Whitsunday é a mais diversa, abrigando 1.141 espécies. As plantas são polinizadas e espalhadas por pássaros.

Dezessete espécies de serpentes marinhas vivem em águas quentes até 50 metros (160 pés) de profundidade e são mais comuns no sul do que ao norte. Nenhuma espécie encontrada na área considerada Patrimônio Mundial é endêmica, ou corre risco de extinção.

Mais de 1.500 espécies de peixes vivem no recife, incluindo o peixe-palhaço, e várias espécies de Lutjanidae e a truta de coral. Quarenta e nove espécies desovam em massa, enquanto 84 outras espécies desovam em outros lugares na sua faixa.

Há pelo menos 330 espécies de ascídias sobre o sistema de recifes com o diâmetro variando de 1 a 10 centímetros. Entre 300 a 500 espécies de brizoários vivem no recife.

Quatrocentas espécies de corais, tanto corais duros e corais moles habitam os recifes. A maioria deles liberam gametas para reprodução em eventos de desova em massa, que são acionados pela temperatura do mar de primavera e verão, ou ciclo lunar, e o ciclo solar. Recifes dentro da Grande Barreira de Coral desovam durante uma semana após a lua cheia em outubro, enquanto os recifes exteriores desovam em novembro e dezembro. Corais moles comuns pertencem a 36 gêneros. Quinhentas espécies de algas marinhas vivem nos recifes, incluindo treze espécies do gênero Halimeda, que deposita montes de calcário de até 100 metros de largura, criando mini-ecossistemas em sua superfície que foram comparados com uma cobertura florestal.

Ameaças

Apesar da biodiversidade que representa, a grande barreira coralina corre risco de extinção, em razão da poluição marítima e do aquecimento anormal das águas, causado pelo fenômeno climático El niño.

O processo de branqueamento (perda de pigmentos e de algas associadas aos tecidos dos corais) produz um número crescente de vítimas no recife, interferindo em sua biodiversidade. Para resolver ou minimizar o problema, o Fundo Mundial para a Natureza vem aumentando a sua área de proteção na grande barreira coralina, que é considerada um patrimônio da Humanidade.

Em 2016 pesquisadores da Universidade James Cook na Austrália anunciaram que cerca de 35% dos recifes de corais estão mortos ou morrendo devido ao branqueamento de corais. Os pesquisadores usaram imagens áreas e subaquáticas de 84 recifes ao longo de do norte e no centro da Barreira de Corais, entre Townsville e Papua Nova Guiné.

Uso humano

A Grande Barreira de Coral tem sido utilizado pelos aborígenes australianos e povos do Estreito de Torres. Os aborígenes nativos vivem na região há pelo menos 40.000 anos, e a população do Estreito está ali desde cerca de 10.000 anos atrás. Para esses 70 ou mais grupos e clãs, o recife é também uma importante característica cultural.

Em 1768, Louis de Bougainville descobriu o recife durante uma missão exploratória, mas não reivindicou a área para os franceses. Em 11 de junho de 1770, a HM Bark Endeavour, capitaneado pelo explorador James Cook, encalhou na Grande Barreira de Coral e sofreu danos consideráveis. Entretanto, um dos naufrágios mais notáveis foi o do HMS Pandora, que afundou em 29 de agosto de 1791, matando 35 pessoas. O Museu de Queensland chegou a levar equipes de arqueólogos para fazer escavações em busca do Pandora desde 1983. Durante o século XIX, algumas das ilhas se tornaram minas e depósitos de guano, e faróis. Em 1922, o Comitê da Grande Barreira de Coral começou fazer pesquisas no recife.


Fonte:

Wikipedia

Comentário:

A grande barreira de coral , como já se diz é a maior , mega comunidade de recifes de corais do mundo, e uma das reservas biológicas mais importantes que já existiu. Ela representa uma grande importância ao país Australiano e ao mundo. Na parte de comunicação, representa uma coisa que chama a atenção do publico, esse lugar é um grande ponto turístico que atrai milhares de visitantes para a Austrália. A grande barreira de coral também esta entre um dos ecossistemas mais ameaçados da Terra, devido ao aquecimento global, a pesca ilegal, e as ameaças ambientais.

Ética e cidadania:Tecnologia poderá ser usada para detectar motorista drogado (3o bimestre).



Ética e cidadania: Tecnologia poderá ser usada para detectar motorista drogado.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública decidiu instituir um grupo de trabalho para estudar a viabilidade de utilizar tecnologias de screening(rastreamento) para detecção de motoristas dirigindo sob efeito de substâncias psicoativas.

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A portaria instituindo o grupo de trabalho está publicada no Diário Oficial da Uniãodesta sexta-feira (12). Ela prevê que os seus integrantes terão um prazo de 12 meses para conclusão das atividades e, em seguida, apresentarem um relatório ao secretário Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad).

A tecnologia é semelhante à do bafômetro, que detecta o teor de álcool no organismo. Países como Canadá, Estados Unidos e Austrália usam as chamadas tecnologias de screening. O aparelho tem a capacidade de identificar, em cinco minutos, a presença de substâncias como maconha, cocaína e anfetaminas a partir de amostras de saliva de motoristas.

"A experiência de países como Austrália, Inglaterra, Noruega, Alemanha, Nova Zelândia, Canadá e Estados Unidos demonstra que, aliada às políticas de fiscalização, a implementação das técnicas de triagem para detecção de substâncias psicoativas por condutores de veículos é efetiva para reduzir os índices de colisões e mortes no trânsito”, disse o secretário nacional de Políticas sobre Drogas, Luiz Roberto Beggiora.
O grupo de trabalho será composto por representantes, titular e suplente, da Senad, da Secretaria Nacional de Segurança Pública e da Polícia Rodoviária Federal. O trabalho será coordenado pelo representante da Senad.
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Fonte:

EBC

Comentário:

Isso se tornou um novo método de monitoramento que será útil nos dias de hoje, rastrear motoristas que se drogaram irá garantir que as ruas estejam mais seguras para todos nós. Na parte de comunicação, esse método de monitoramento virou notícia de estrema importância para o publico, e isso também quer dizer um aviso para todos os motoristas que estejam drogados.

Educação: Erin Gruwell (3o bimestre).




Educação: Erin Gruwell



Erin foi motivada a se tornar uma professora depois de ver a agitação social do Rodney King Riots em Los Angeles. Ela percebeu que tais coisas poderiam ser evitadas se o campo económico fosse mais igual, dando às crianças oportunidades educacionais. Ela ensinou em ambientes de estudantes em risco desde então. Muitos de seus alunos tiveram exposição direta a violência de gangues e comunidades racialmente divididas. Alguns perderam muitos amigos para a guerra de gangues.

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Erin abordou o contraste entre o trabalho escolar e as vidas comuns de seus alunos, concentrando-se em questões e lutas que tinham alguma relação com suas próprias circunstâncias. Ela incentivou o jornalismo como uma forma de se expressarem (em oposição à violência ou a outros comportamentos anti-sociais). Isso, por sua vez, levou a um livro em coautoria com seus alunos, The Freedom Writer's Diary, que se tornou um best-seller do New York Times e alcançou cobertura em todo o mundo. 

O livro e sua criação foram agora adaptados para filmar com Hilary Swank fazendo o papel de Erin! Posteriormente, 100% dos alunos de Erin (que estavam falhando nas aulas anteriormente) concluíram o ensino médio com sucesso e adaptaram seus métodos a um currículo progressivo de ensino chamado The Freedom Writer's Method. O Guia do Professor dela é publicado pela Random House e ela recebeu diversos prêmios de Professores do Ano.

Se concedesse os fundos, Erin os doaria para a Freedom Writers Foundation, usando o dinheiro para dar bolsas de estudo a professores no exterior para participar de seu Freedom Writers Institute na Califórnia, proporcionando desenvolvimento profissional e apoio a muitos professores nos EUA e no exterior.

Filme Escritores da Liberdade

Lançado em agosto de 2007, o filme, baseado em fatos reais, Freedom writers (em português do Brasil traduzido como Escritores da Liberdade) foi um sucesso de público e crítica.

A história gira em torno da necessidade da criação de vínculos sociais em sala de aula.

O roteiro, assinado por Richard Lavagranese e Erin Gruwell, fala sobre os desafios enfrentados pela professora recém-formada Erin Gruwell com seus desobedientes alunos e a possibilidade de mudança através da educação.

O filme é baseado no livro best-seller The Freedom Writers Diaries, que reúne os relatos da professora e dos seus alunos.

Resumo

A professora Erin Gruwell é a protagonista da comédia dramática passada em um subúrbio problemático norte-americano.

Ela é uma docente recém formada que leciona para o primeiro ano do Ensino Médio as disciplinas de inglês e literatura. Erin trabalha em uma escola da periferia, em Long Beach, Califórnia (Los Angeles).

O desafio enfrentado pela professora é grande: os alunos que encontra pelo caminho são marcados pela violência, pela descrença, pela desobediência, pela desmotivação e principalmente pelos conflitos raciais.

São jovens oriundos de famílias desestruturadas, vítimas de abandono e descaso. Na sala de aula, os alunos dividem-se naturalmente em grupos: os negros só interagem com os negros, os latinos andam com os latinos, os brancos conversam com os brancos.

Já na primeira aula ela percebe o obstáculo que terá pela frente. São alunos mal dispostos, que ignoram a sua presença, a desrespeitam, agridem uns aos outros e fazem pouco caso do material escolar.
A cena abaixo registra bem o impacto da postura dos alunos na atitude da professora. A docente fica simultaneamente perplexa e sem reação diante daquilo que vê:
Erin logo nota que aquilo que ela planejava para os alunos não encontra eco na plateia. Os adolescentes, cada vez mais desinteressados nos estudos, fazem com que a professora reveja a sua metodologia de ensino.

Motivada com a profissão e genuinamente interessada em encontrar soluções para cativar seus alunos, Gruwell busca novas alternativas. Aos poucos, os jovens se abrem e passam a chama-la carinhosamente de professora “G.”

Além dos obstáculos encontrados em sala de aula, Erin ainda precisa lidar com o marido pouco compreensivo que a espera em casa e com a diretora do colégio, uma senhora conservadora que se opõe ao trabalho proposto.

As alterações curriculares sugeridas pela professora pretendiam a aproximar dos alunos através da música, do diálogo e dos jogos. Gruwell desejava alterar a dinâmica vertical da relação entre professor e aluno.

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Satisfeita com os resultados que vai percebendo no dia-a-dia, Gruwell decide ir além e investiga a vida pessoal dos jovens.

Aos poucos, conforme a professora vai ganhando a confiança dos alunos, eles começam a falar de si próprios, da violência cotidiana e da família problemática que quase todos têm.

Gruwell inaugura um projeto que convida cada aluno a escrever um amplo e livre diário. A ideia é registrar cotidiano, desde as relações travadas com os amigos e com a família até as ideologias pessoais e as leituras que estão fazendo, fizeram ou gostariam de fazer.

Erin cita o exemplo de Anne Frank e do seu diário. A professora acaba por convencer os jovens que o preconceito transcende todo tipo de barreira e pode atingir pessoas pela cor da pele, pela origem étnica, pela religião ou até mesmo pela classe social.

A professora começa a lecionar sobre a segunda guerra mundial e leva os alunos para conhecerem o Museu do Holocausto. Uma curiosidade interessante surge na cena do filme em que os alunos estão no jantar, no hotel, após a viagem ao museu do holocausto. Todos os personagens que ali estão são efetivamente sobreviventes dos campos de concentração que aceitaram participar do filme.

Em um de seus discursos mais comoventes, Erin sublinha a questão do preconceito e frisa a importância de lidarmos com a herança do passado que recebemos:
A tarefa da educação é justamente a de apresentar o mundo as gerações do presente, tentando fazê-las conscientes de que comparecem a um mundo que é o lar comum de múltiplas gerações humanas. Ao conscientizá-los do mundo a que vieram, estas deverão compreender a importância de sua relação e ligação com as outras gerações, passadas e vindouras. Tal relação se dará, primeiro, no sentido de preservar o tesouro das gerações passadas, isto é, no sentido de a geração do presente tomar o cuidado de trazer a esse mundo sua novidade sem que isso implique a alteração, até o irreconhecimento, do próprio mundo, da construção coletiva do passado.

Personagens principais

Erin Gruwell (interpretada por Hilary Swank)
Uma jovem professora comprometida com o ensino que, de repente, se vê rodeada por jovens que não consegue cativar. Interessada em comprometê-los dentro da sala de aula, Erin vai em busca de novas metodologias capazes de capturar a atenção dos alunos. Ao final de algum tempo, ela consegue recuperar a autoconfiança da turma e o respeito deles pela comunidade.

Scott Casey (interpretado por Patrick Dempsey)
O inconformado marido de Erin, Scott Casey é testemunha de todas as dificuldades encontradas pela professora na instituição de ensino.

Margaret Campbell (interpretada por Imelda Staunton)
A conservadora diretora da escola que acaba por não apoiar a revolução silenciosa promovida por Erin Gruwell.

Eva (interpretada por April L. Hernandez)
Uma adolescente latina que vive em gangues e tem péssimo comportamento na escola apresentando sempre uma postura combativa e de confronto.

A verdadeira Erin Gruwell e a Freedom Writers Foundation
A protagonista do filme Escritores da Liberdade é inspirada em Erin Gruwell, uma professora norte-americana nascida no dia 15 de agosto de 1969, na Califórnia.

Em 1999, Erin publicou o livro autobiográfico The Freedom Writers Diary: How a Teacher and 150 Teens Used Writing to Change Themselves and the World Around Them, que se tornou rapidamente um best seller. Em 2007, a sua história foi adaptada para o cinema.

Em 1998, Gruwell lançou a Freedom Writers Foundation, uma fundação que tem como intuito espalhar a sua vivência em sala de aula retirada do convívio com alunos considerados problemáticos.
A missão da Fundação é dar suporte a alunos e professores, fornecendo ferramentas que facilitem o aprendizado centrado no aluno, melhorando o desempenho acadêmico geral e aumentando a retenção de professores.


Fonte:

Globo techer prize, cultura genial

Comentário:

O exemplo dela significa um grande progresso em diversos níveis de educação nos dias atuais, isso tudo tem haver com uma história verdadeira. Na parte de comunicação fizeram dessa história um filme que chamou a atenção do publico, e isso se torna um exemplo de meio de comunicação.

Cultura: Baile de máscaras (3o bimestre).


Cultura: Baile de máscaras


Bailes de Máscaras, também chamados de Bailes à Fantasia ou Bals Masqués, foram os eventos precursores do carnaval moderno no Brasil.
As origens dos bailes de máscaras remontam à Idade Média, mais especificamente a Veneza e Florença, na Itália. No entanto, há registros de festas com máscaras na Grécia e Roma antigas.
Os primeiros bailes carnavalescos brasileiros tiveram lugar no Rio de Janeiro em 1641, em homenagem ao rei Dom João IV. Eles se popularizaram no final da década de 1830, embora só fosse permitida a entrada de duques, rainhas, princesas, príncipes, condes, condessas, duquesas e outros nobres.
No começo do século XIX no Brasil, houve a introdução do samba, recém-surgido no país como sua maior expressão musical. A partir da primeira metade do século XIX, para fazerem frente ao conjunto de brincadeiras conhecido como Entrudo, os bailes marcaram a adesão da nova burguesia capitalista à folia e a incorporação ao carnaval brasileiro do luxo e sofisticação característicos das festas de Paris(FERREIRA, 2005a, 2005b).
Bailes de máscaras são realizados até hoje, e são muito comuns nos Estados Unidos.
Uma máscara é um acessório utilizado para cobrir o rosto. É utilizada para diversos propósitos: lúdicos (como nos bailes de máscaras e no carnaval), religiosos, artísticos ou de natureza prática (máscaras de proteção). A palavra tem, provavelmente, origem no latim mascus ou masca = "fantasma", ou no árabe maskharah = "palhaço", "homem disfarçado". Muitas vezes, tribos africanas usam máscaras em cerimônias de passagem.
A máscara é possivelmente o mais simbólico elemento de linguagem cênica através de toda história do teatro. Seu uso, provavelmente, remonta à representação de cabeça de animais em rituais primitivos, quando ou o objeto em si ou o personagem que o usava representavam algum misterioso poder.

Símbolos

Às vezes a máscara deixa de ser um mero adereço e passa a se tornar um símbolo de caráter enganoso. Vemos isso nas histórias em quadrinhos: a máscara não esconde somente a identidade, mas transforma a vida de quem a possui. Os super-hérois colocam as máscaras e se transformam naquilo que não são na frente dos outros. A máscara é um modo de disfarce que não permite às pessoas saber quem somos nós (esconde a identidade).

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A história dos bailes de Máscaras no Rio de Janeiro.
O Carnaval do Rio não se transformou no maior show do planeta sem uma boa razão. Para entender o verdadeiro significado do Carnaval é aconselhável aprender um pouco sobre a história dos bailes de máscaras.

O Carnaval é rico em tradição, com o primeiro baile de máscaras realizado no ano de 1641. Todo ano o Carnaval traz algo novo e empolgante por esperar. Todo dia do Carnaval do Rio é diferente.
Das fantasias extravagantes com cocares de penas a versões criativas e excitantes usadas pelas passistas e rainhas de bateria, os desfiles do Carnaval do Rio são apresentações tentadoramente brilhantes que representam o verdadeiro espírito da cultura carioca, com uma mistura de tradições africanas e europeias. Do Baile Mágico no Copacabana Palace Hotel ao Baile Gay à Fantasia no Scala Rio, vale a pena investigar como os bailes de máscaras tiveram uma grande influência nesses eventos.

Bailes de máscaras – um evento para a elite

O governador Salvador Correia de Sá e Benvides dedicou o primeiro Carnaval do Rio, em 1641, ao rei Dom João IV, o homem por trás das restaurações das leis de Portugal no Brasil. Uma grande atenção foi dada às celebrações, embora historiadores descartem o uso de máscaras durante o evento. Este foi seguido por outro espetáculo em 1786. No entanto, os historiadores acreditam que a primeira festa de máscaras foi realizada em 1840, no Hotel Itália, no dia 22 de janeiro como parte das celebrações de Carnaval. Contudo, ele só ganhou popularidade três décadas depois, quando uma grande importância foi dada às fantasias. Esses eram eventos luxuosos que segregavam poucos convidados da elite, enquanto outros bailes de máscaras eram realizados para todos. Com o tempo, esses eventos se tornaram mais populares durante o Carnaval do Rio e logo viraram a atração principal das celebrações com o espírito de competição aumentando.

Música nos bailes de máscaras

Com o passar dos anos, hotéis conhecidos e boates começaram a realizar festas de máscaras durante o Carnaval, trazendo um novo significado para diversão.
Esses incluíam uma série de bailes de máscaras de alto nível que logo atraíram a atenção das pessoas de todo o mundo. O Baile Mágico no Copacabana Palace Hotel e outros eventos, como o Baile Oficial da Cidade do Rio de Janeiro, o Teatro Palácio e o Clube Automobilístico do Brasil, preparam o tom para a série de celebrações excitantes que serão realizadas durante o Carnaval. Um estilo distinto de música europeia era predominante na maioria desses eventos, que incluíam a polca, a valsa e a mazurca.

No entanto, no início do século XX, os afro-brasileiros desenvolveram seu próprio ritmo, que veio a ser conhecido como samba, que é agora a espinha dorsal das celebrações do Carnaval do Rio.
Os afro-brasileiros se estabeleceram na parte central do Rio, que é conhecido como o berço do samba. Os bailes de máscaras foram interrompidos durante a Segunda Guerra Mundial, e voltaram em 1947, com a competição principal realizada no Centro do Rio, na Avenida Rio Branco, onde homens e mulheres de todos os estilos de vida se multiplicavam disputando a atenção nas fantasias mais coloridas e extravagantes.

Uma opção de baile de carnaval para atender a todos bolsos e estilos de vida

Com o surgimento das escolas de samba e de fantasias elegantes e exóticas, o Carnaval do Rio foi testemunha de um aumento no número de bailes de máscaras, embora as fantasias tenham se tornado menores. Dentre a elite e bailes de máscaras extravagantes que conseguiram sobreviver, está o Baile Mágico no Copacabana Palace e o baile Gay no Scala Rio. 


Fonte:

Wikipedia,Rio canaval org

Comentário:

Os bailes de máscaras mostram grande importância cultural para incontáveis eventos anuais, isso garante uma riqueza de arte inestimável. Na parte de comunicação, esses eventos chamam a atenção do publico em grande abundância todos os anos, a classe artística sempre aparece nos noticiários, revistas e jornais.


Ciências: Comunicação Científica (3o bimestre).


Ciências: Comunicação Científica

O sistema de comunicação científica de uma determinada área do conhecimento é formado pelas diferentes formas de comunicação utilizadas pelos cientistas que representam a referida área.
Com o advento da rede mundial, conhecida como Internet, as formas de comunicação vêm se alterando, modificando, ampliando e proporcionando maior rapidez, eficiência, amplitude e rompendo barreiras temporais, geográficas e financeiras tanto nos canais formais como nos canais informais de comunicação. A comunicação informal caracteriza-se pela comunicação de carater pessoal, isto é, acesso limitado e pequena tiragem. Como exemplo dessa categoria de documento temos as cartas, os relatórios de pesquisas em andamento, relatórios de governo, a comunicação oral, entre outros.


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Por sua vez a comunicação formal é caracterizada pelo amplo acesso e grande tiragem das fontes de informação como livros, artigos de periódicos.
De acordo com GROGAN (1992) os documentos ou fontes de informação podem apresentar-se em três categorias distintas:

1. documentos ou fontes primárias - são aqueles que discutem idéias novas, novas interpretações sobre acontecimentos importantes ou novos registros com a interferência direto do autor. São fontes que apresentam a dificuldade de acesso porque estão dispersas e praticamente fora do sistema de controle bibliográfico.

2. documentos ou fontes secundárias - documentos organizados de acordo com um arranjo definido, podendo ser arranjo alfabético, cronológico ou sistemático que contêm informações filtradas, organizadas e retiradas das fontes primárias. São exemplos os dicionários e as enciclopédias.

3. documentos ou fontes terciárias - não apresentam conhecimento, são na verdade guias, direcionadores, sinalizadores para a localização de informaçao contida nas fontes primárias e secundárias. Os catálogos, diretórios, bibliografias são exemplos dessa categoria.
Com o avanço das tecnologias de comunicação e informação alguns desses conceitos estabelecidos como canais formais ou informais, documentos primários ou secundários estão sendo questionados e revistos por alguns autores.


Fonte: 

Wikipedia

Comentário:

Em todos os anos, nossos avanços tecnológicos contribuíram para os meios de comunicação como TV, celulares, rádios, etc. Até hoje, cientistas realizam novos métodos de comunicação que poderam contribuir com a comunidade ainda mais no futuro.