sábado, 1 de setembro de 2018

Cultura - Cultura da China (3o bimestre)



Cultura da China

Desde os tempos antigos, a cultura chinesa foi fortemente influenciada pelo confucionismo e por filosofias conservadoras. Durante grande parte da era dinástica do país, oportunidades de progresso social podiam ser alcançadas através de um alto desempenho nos prestigiosos exames imperiais, que foram instituídos em 605 para ajudar o Imperador a selecionar os burocratas mais hábeis. A ênfase literária dos exames afetou a percepção geral de refinamento cultural da nação, como a crença de que a caligrafia e a pintura literata eram formas superiores de arte do que a dança ou o teatro. A cultura chinesa há muito enfatiza um profundo senso histórico e uma forte perspectiva nacional introspectiva.
 Várias linhas de pensamento mais autoritárias e racionais também foram influentes, sendo o legalismo um exemplo proeminente. Durante muitas ocasiões houve conflito entre essas filosofias - por exemplo, a individualista e neo-confucionista dinastia Song acreditava que o legalismo afastava-se do espírito original do confucionismo. Os exames e a cultura do mérito ainda permanecem muito valorizados na China atual. Nos últimos anos, vários neo-confucionistas alegaram que os modernos ideais democráticos e os direitos humanos são compatíveis com os valores confucionistas tradicionais.

Um espetáculo de ópera chinesa(ópera de Pequim) em Pequim

Muro dos Nove Dragões, na Cidade Proibida. O dragão chinês era um símbolo reservado ao Imperador da China ou às famílias de alto nível imperial durante a dinastia Qing
Os primeiros líderes da República Popular da China (RPC) nasceram na ordem imperial tradicional, mas foram influenciados pelo Movimento de Quatro de Maio e pelos ideais reformistas. Eles tentaram mudar alguns aspectos tradicionais da cultura chinesa, como a posse da terra rural, o sexismo e o sistema educacional confucionista, preservando outros, como a estrutura familiar e a cultura de obediência ao Estado.


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 Alguns analistas veem o período após o estabelecimento da RPC, em 1949, como uma continuação da história dinástica tradicional chinesa, enquanto outros afirmam que o governo do Partido Comunista danificou os fundamentos da cultura chinesa, especialmente através de movimentos políticos, como a Revolução Cultural dos anos 1960, onde muitos aspectos da cultura tradicional foram destruídos, tendo sido denunciados como "regressivos e prejudiciais" ou "vestígios do feudalismo". Muitas características importantes da moral e da cultura tradicional do país, como o confucionismo, a arte, a literatura e as artes cênicas, como a Ópera de Pequim, foram alterados conforme as políticas do governo e a propaganda da época.

 Atualmente, o governo chinês aceita vários elementos da cultura tradicional chinesa como sendo parte integrante da sociedade do país. Com a ascensão do nacionalismo chinês e o fim da Revolução Cultural, as várias formas de arte tradicional, literatura, músicacinema, moda e arquitetura chinesa têm experimentado um forte renascimento. O folclore e a arte em geral também têm despertado o interesse nacional e internacional.


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Antes do início do comércio marítimo sino-europeu, no século XVI, a China medieval e a Europa Ocidental estavam ligadas pela Rota da Seda, que era uma rota-chave de intercâmbio cultural e econômico. Artefatos da história dessa rota, além da história natural do deserto de Gobi, são exibidos no Museu da Rota da Seda em Jiuquan.

culinária chinesa é altamente diversificada, com base em vários milênios de história. Os imperadores das antigas dinastias chinesas eram conhecidos por promover banquetes com mais de cem pratos servidos em uma mesma ocasião, empregando funcionários da cozinha imperial e inúmeras concubinas para preparar a comida. Tais pratos reais gradualmente se tornaram parte de uma ampla cultura chinesa. O alimento básico é o arroz, mas o país também é conhecido pelos seus pratos com carne. Especiarias são endêmicas da culinária do país.

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Fonte:

WIKIPÉDIA


Comentário:

 Na cultura chinesa os valores tradicionais são derivados da versão ortodoxa do confucionismo, que era ensinado nas escolas e fazia até parte dos exames da administração pública imperial. Os líderes que dirigiram os esforços para mudar a sociedade chinesa depois do estabelecimento da República Popular da China em 1949 foram promovidos na antiga sociedade, que se viu marcada por estes valores. 

Assim como a cultura grega serviu de modelo e inspiração para diversos povos do Ocidente, a cultura chinesa influenciou o desenvolvimento cultural de diversos países vizinhos, dentre os quais, o Japão e a Coréia. Os chineses também foram responsáveis pela descoberta da pólvora e pelas invenções do papel e da bússola. 

Não bastasse tudo isso, a cultura chinesa sobrevive em nossos dias e, segundo muitos analistas econômicos, a China deverá se tornar em décadas futuras a maior economia do mundo, posição atualmente ocupada pelos Estados Unidos.


Mundo - Oxfordshire (3o bimestre)



Oxfordshire


Oxfordshire (abreviado Oxon, do Latim Oxonia) é um condado no sudeste da Inglaterra.


História


Oxford é primeiramente mencionado em 912, e o condado de Oxfordshire foi formado por volta de 1007, mas as pessoas vivem neste lugar há muito mais tempo. As misteriosas "Pedras Rollright" datam mais ao menos do ano 2000 a.C. A vila romana Leigh do Norte foi construída no local na Idade do Ferro, por volta do ano 100.


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A segunda cidade

Depois da conquista dos normandos, o Castelo de Oxford foi construído por Robert D'Oyley, e a cidade atraiu os reis sucessivos. As casas do reis foram construídas na presente Rua Beaumont e a norte em Woodstock.

Quando o governo foi expulso de Londres pela epidemia ou política, geralmente vinham para Oxford. Em 1155, Oxford ganhou um alvará real, eventualmente seguido por outros burgos mais importantes, tal como Henley-on-Thames (1526), Banbury (1554) e Lascar Norton (1607).

Oxfordshire era parte da Diocese de Lincoln, mas teve o seu próprio bispo em 1542.


Educação

O condado possui uma das mais respeitadas universidades do mundo, a Universidade de Oxford.


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Economia


Oxfordshire sempre foi um condado agrícola, mas algumas indústrias notáveis compareceram. Os Peluches de Shutford e as luvas de Woodstock eram bem conhecidas, e a mundialmente famosa indústria dos "Cobertores Witney Blanket" iniciada no século XVII. Em 1874, a esposa de Frank Cooper fez a primeira quantidade do famoso doce de laranja de Oxford.


Curiosidade


·         É onde morou Emma Watson, que interpretou Hermione Granger na série mundialmente conhecida Harry Potter.
·         The Young Knives, uma banda que criou a mistura de garage rock e rock alternativo mora na cidade.
·         É onde Wentworth Miller nasceu, que interpreta Michael Scofield na série de televisão Prison Break

Fonte:

Wikipédia

Comentário:

Este lugar posssue relíquias antigas que fazem parte da história, numa época em que não se imaginava que poderia chegar a esse nível que temos hoje em dia. Até hoje os habitantes de Oxfordshire, sem perceber, que estão em uma área de grande eventos do passado.É um verdadeiro paraíso da Europa.

Educação - Educação nas academias militares brasileiras (3o bimestre)



Como é a educação nas academias militares brasileiras?


O ensino militar é regulado em lei específica, admitida a equivalência de estudos, de acordo com as normas fixadas pelos sistemas de ensino.


Histórico:

O Programa Nacional Escola de Gestores da Educação Básica integra um conjunto de ações que teve início, em 2005, com o curso-piloto de extensão em gestão escolar (100 horas), ofertado pelo Inep. O projeto do curso-piloto foi desenvolvido por um grupo de especialistas em educação a distância e notório saber na área de educação. A meta do projeto-piloto – etapa 1 – foi envolver 400 gestores, em exercício em escolas públicas.


Em 2006, o programa passou a ser coordenado pela SEB/MEC,dando início ao Curso de Pós-graduação (lato sensu) em Gestão Escolar, com carga horária de 400 horas, destinado a diretores e vice-diretores, em exercício, de escola pública da educação básica. Em 2009, o programa implementou o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Coordenação Pedagógica, carga horária de 405 horas, para coordenadores pedagógicos e\ou profissionais que exercem função equivalente que integram a equipe gestora da escola de educação básica. E em 2010, lançou o Curso de Aperfeiçoamento em Gestão Escolar, com carga horária de 200 horas, este curso destina-se aos profissionais de instituições públicas de educação básica da equipe gestora: Diretor e Vice-Diretor, ou o equivalente, nos diferentes sistemas de ensino. Hoje, os cursos estão sendo operados sob a responsabilidade de 31 IPES, atendendo a totalidade dos estados e do Distrito Federal.


O ESTUDO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO MILITAR AERONÁUTICA BRASILEIRA E SUAS FONTES DE PESQUISA


A pesquisa em questão tem como objetivo analisar como se dava a formação dos Oficiais Militares entre o início da Criação do Ministério da Aeronáutica, em 1941 até 1951 na Escola da Aeronáutica, localizada no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro, levando em consideração o contexto político, social, econômico, cultural e educacional do período. Partimos do pressuposto de que durante a década de 1940, a iniciativa desenvolvimentista de Getúlio Vargas ocasionou a união das Forças de Aviação no Brasil a partir da Criação do Ministério da Aeronáutica. A partir daí, houve a necessidade da formação de oficiais militares para a “novata” Força Aérea Brasileira. Desta forma, levantamos a seguinte questão de pesquisa: de que forma se deu a educação militar inicial destes oficiais antes, durante e após a 2ª Guerra Mundial? Houve a formação de “guerreiros do ar” mediante quais perspectivas metodológicas? Através da análise do estado da arte sobre a educação militar, a história da Escola de Aeronáutica e a coleta e análise de fontes primárias de pesquisa a exemplo da Revista Esquadrilha, (elaborada pelos próprios oficiais alunos) entre os anos de 1941 e 1951, observaremos o perfil cultural do oficial-aluno, seus usos e costumes e a rotina em formato de internato necessária para a sua formação. A pesquisa contribui para a História da Educação, em formato militar, pois o objeto da pesquisa envolve o início do Ensino Militar, em uma escola de formação de Oficiais responsáveis pela defesa aérea do país. Falar em Ensino Militar é falar de métodos, normas, tradições e heranças históricas que remetem ao início da educação no Brasil, uma vez que o modelo educacional na escola de formação da Aeronáutica permanece o mesmo até os dias atuais. Por meio dele é formado um tipo de mentalidade e condutas com ideais específicos que os distinguem da sociedade civil.


Ensino Militar; História da Educação Militar; Escola de Aeronáutica; Força Aérea Brasileira.


Introdução

 A formação de oficiais para a Aeronáutica Brasileira é feita atualmente através da meritocracia, ou seja, àqueles que se mostram aptos ao longo de quatro anos se formam aspirantes a oficial3 , para mais tarde exercerem os graus hierárquicos sucessivos que competem à tradição militar. A origem da formação do oficial de se deu a partir da criação do Ministério da Aeronáutica, em 20 de janeiro de 1941, onde há a necessidade de modernizar as Forças Armadas com base nas inspirações políticas do presidente Getúlio Vargas de modernização da indústria brasileira e a fomentação do capitalismo no Brasil. No entanto, foi no contexto do alinhamento econômico e político militar do Brasil aos Estados Unidos que o país obteve as condições necessárias para a criação do Ministério da Aeronáutica, em 1941, e a consequente organização da Força Aérea Brasileira, advinda da fusão tantos dos componentes e meios aéreos, quanto das escolas de Aviação do Exército e da Marinha. (OLIVEIRA, 2004, p.41) Aí se fomenta as novas influências educacionais militares, e se determina a junção das aviações militares do Exército e da Marinha, bem como toda a estrutura organizacional e encargos do Departamento de Aeronáutica Civil. (BRASIL, 1941, P.1022) Neste contexto, o que era a Escola de Aviação Militar do Exército se transforma em na Escola de Aeronáutica, sediada no Campo dos Afonsos no Rio de Janeiro (BRASIL, 1941, p. 6249). A Escola de Aeronáutica foi a principal instituição de formação da oficialidade Escola de Aeronáutica e o Campo dos Afonsos permaneceu forte por cerca de três décadas. Em 10 de Julho de 1969 passou esta Escola a denominar-se Academia da Força Aérea (AFA). Em 1971, por meio do decreto n° 69.416, e da portaria n° 77/GM2 (BRASIL, 1971, P. 85) foi determinada a transferência dos principais órgãos e da sede da AFA para a cidade de Pirassununga – SP, aonde permanece até os dias atuais. Cria-se também o escalão recuado da AFA, que ficou no Rio de Janeiro até o ano de 1973, quando foram cortados todos os laços da Academia com o Campo dos Afonsos (BRASIL, 1972, p.02)
Em 02 de fevereiro de 1914 inaugurava-se a Escola Brasileira de Aviação (EBA), iniciativa particular da firma Gino, Buccelli & Cia., apoiada pelo Ministério da Guerra. A EBA teve vida curta, encerrando suas atividades ainda em 1914, poucos meses antes da eclosão da 1ª Guerra Mundial. Com a falência da Escola Brasileira de Aviação, suas instalações e aeroplanos passaram a ser utilizados pelo Aero-Clube Brasileiro. Em 29 de janeiro de 1919, o Exército viria a ocupar definitivamente o Campo dos Afonsos, com a criação da Escola de Aviação Militar (EAM), acompanhando a implementação do Serviço de Aviação do Exército. Era o início de um longo período de desenvolvimento aeronáutico no local, levado a cabo pelo Exército até o ano de 1941. De 1919 a 1941 a evolução da aviação no Brasil esteve sob responsabilidade do Exército Brasileiro cuja modificação e modernização de sua estrutura de ensino sofreram forte influência da Missão Francesa de instrução.




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Fonte: Ministério da educação,


Comentário:

Eu não concordo muito com o método aplicado nas academias militares. A maioria delas exageram colocando muita regras, porém dependendo da situação isso é necessário.
Uma parte das aulas são na verdade trabalhos muito pesados e perigosos, na maioria da vezes a educação nas academias militares não é nem um pouco adequada para os alunos mais sensíveis.

domingo, 24 de junho de 2018

Ciências - Monte Érebo (2o bimestre)




Monte Érebo

 

monte Érebo ou monte Erebus é um estratovulcão que se localiza na Antártida, na ilha de Ross. Tem quase 3800 metros de altitude e continua ativo continuamente desde 1972 (é o vulcão ativo mais meridional da Terra). Liberta vários jatos de vapor. Já foram encontrados vestígios de lava no gelo da ilha de Ross. É presentemente um dos mais ativos vulcões do mundo, em conjunto com o Kīlauea (no arquipélago Havaiano) (oceano Pacífico), o Stromboli, o Etna (Itália) e o Piton de la Fournaise.

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Mapa topográfico da Ilha de Ross

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O monte Érebo foi descoberto em 1841 pelo explorador polar sir James Clark Ross que lhe deu o nome, bem como ao monte Terror. Érebo e Terror eram os nomes dos navios que Ross levou para os mares austrais. Érebo era um deus grego primordial, filho de Caos.
O monte Érebo é atualmente o mais ativo vulcão da Antártida. O cume contém um lago de lava permanente que regista diariamente erupções estrombolianas. Em 2005, pequenas erupções de cinza e um pequeno fluxo de lava foram observados escorrendo do lago de lava.


A surpreendente amostra de DNA encontrada na Antártida que pode indicar vida em lugar impensável


Sob a densa camada de gelo que cobre o continente antártico, plantas e animais vivem em cavernas subterrâneas "aquecidas" por vulcões.
Isso é o que propõe uma equipe internacional de cientistas que investigou um extenso sistema de grutas subterrâneas ao redor do Monte Erebus, o vulcão mais ativo da Antártida, na ilha de Ross.
Amostras de solo recolhidas nas cavernas revelaram traços de DNA de algas, musgos e pequenos animais.

Acidente aéreo


No dia 28 de novembro de 1979 o Voo Air New Zealand 901, fretado para observação aérea na Antártica, saído do Aeroporto de Auckland, na Nova Zelândia, terminou quando o avião colidiu com o monte, matando todas as 257 pessoas a bordo, sendo 237 passageiros e 20 tripulantes.


Referências

2.    «Aircraft Accident: DC. 10 ZK-NZP Flight 901» (em inglês). Christchurch City Libraries. Consultado em 2 de setembro de 2009.

 

Fonte:

Wikipédia, a enciclopédia livre.

Comentário:  Este fabuloso estratovulcão, situado na Antártica é estudado há bastante tempo. Sua beleza e grandeza pode nos deixar com mais curiosidades onde os pesquisadores possam encontrar novas descobertas. 



Mundo - Nova Zelândia (2o bimestre).




Nova Zelândia



Nova Zelândia (em inglês: New Zealand, pronunciado: [ˈnjuː ˈziː.l(ə)nd]; em maori: Aotearoa, pronunciado: [aɔˈtɛaɾɔa]) é um país insular, oficialmente pertencente à Oceania, no sudoeste do Oceano Pacífico, formado por duas massas de terra principais (comumente chamadas de Ilha do Norte e Ilha do Sul) e por numerosas ilhas menores, sendo as mais notáveis as ilhas Stewart e Chatham. O nome indígena na língua maori para a Nova Zelândia é Aotearoa, normalmente traduzido como "A Terra da Grande Nuvem Branca". Os domínios da Nova Zelândia também incluem as Ilhas Cook e Niue (que se autogovernam, mas em associação livre); Tokelau; e a Dependência de Ross (reivindicação territorial da Nova Zelândia).


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A Nova Zelândia é notável por seu isolamento geográfico: está situada a cerca de 2 000 km a sudeste da Austrália, separados através do mar da Tasmânia e os seus vizinhos mais próximos ao norte são a Nova Caledônia, Fiji e Tonga. Devido ao seu isolamento, o país desenvolveu uma fauna distinta dominada por pássaros, alguns dos quais foram extintos após a chegada dos seres humanos e dos mamíferos introduzidos por eles. A maioria da população da Nova Zelândia é de ascendência europeia (67,6%), sobretudo britânica, enquanto os nativos maoris, ou seus descendentes, são minoria (14,6%). Asiáticos e polinésios não-māori também são grupos de minoria significativa (16,1%), especialmente em áreas urbanas. A língua mais falada é o inglês, trazida pelos colonizadores britânicos, embora também sejam consideras idiomas oficiais línguas nativas, como a língua māori.

Isabel II, como rainha da Nova Zelândia e de outros quinze países da comunidade britânica, é a chefe de estado do país e é representada por um governador-geral cerimonial, que detém poderes de reserva. A rainha não tem nenhuma influência política substancial e sua posição é essencialmente simbólica. O poder político é mantido pelo parlamento da Nova Zelândia, sob a liderança do primeiro-ministro, que é o chefe de governo do país.

A Nova Zelândia é um dos países mais desenvolvidos e industrializados do mundo, e que se posiciona muito bem em comparações internacionais sobre desenvolvimento humano, qualidade de vida, esperança de vida, alfabetização, educação pública, paz, prosperidade, liberdade econômica, facilidade de fazer negócios, falta de corrupção, liberdade de imprensa, democracia e proteção das liberdades civis e de direitos políticos. Suas cidades também estão entre as "mais habitáveis do mundo".

 

Etimologia

Aotearoa (muitas vezes traduzido como "terra da longa nuvem branca") é o nome māori atual para a Nova Zelândia e também é usado no inglês neozelandês. Não se sabe se os māori tinham um nome para todo o país antes da chegada dos europeus, sendo que Aotearoa originalmente referia-se apenas à Ilha do Norte. Abel Tasman avistou a Nova Zelândia em 1642 e chamou-a de Staten Landt, supondo que o país fosse conectado a um lugar do mesmo nome no extremo sul da América do Sul. Em 1645, cartógrafos holandeses renomearam o lugar para Nova Zeelandia, em homenagem a província holandesa de Zeeland. O explorador britânico James Cook posteriormente anglicizou o nome para New Zealand.

Os māori tinham vários nomes tradicionais para as duas ilhas principais que formam o país, incluindo Te Ika-a-Maui (o peixe de Māui) para a Ilha do Norte e a Te Wai Pounamu (as águas da pedra verde) ou Te Waka o Aoraki (a canoa de Aoraki) para Ilha do Sul. Os primeiros mapas europeus rotulavam as ilhas como Norte (Ilha do Norte), Média (Ilha do Sul) e Sul (Ilha Stewart). Em 1830, começaram-se a usar mapas onde Norte e Sul eram os termos usados para distinguir as duas maiores ilhas do país e em 1907 esta era a norma aceita. O New Zealand Geographic Board descobriu em 2009 que os nomes da Ilha do Norte e Ilha do Sul nunca haviam sido formalizados, mas já há planos para fazer isso. O conselho também está considerando nomes māori, como Te Ika-a-Māui e Te Wai Pounamu, como as escolhas mais prováveis de acordo com o presidente da comissão da língua maori.

 

História

Povoamento

Os povos maoris são os mais prováveis descendentes das pessoas que emigraram de Taiwan para a Melanésia e, em seguida, viajaram para o leste até as Ilhas da Sociedade. Depois de uma pausa de 70 a 265 anos, uma nova onda de exploração levou ao descobrimento e ao povoamento da Nova Zelândia.
A Nova Zelândia foi um das últimas grandes massas de terra colonizadas por seres humanos. A datação por radiocarbono, evidências de desmatamento e a variabilidade do DNA mitocondrial em populações māori sugerem que a Nova Zelândia foi ocupada pelos polinésios do leste entre 1250 e 1300, concluindo uma longa série de viagens pelas ilhas do Pacífico sul. Ao longo dos séculos que se seguiram, esses colonos desenvolveram uma cultura distinta agora conhecida como māori. A população foi então dividida em iwi (tribos) e hapū (subtribos), que acabaram por cooperar, competir e, por vezes, lutar uns com os outros. Em algum momento, um grupo dos māori migrou para as ilhas Chatham (a que deram o nome de Rekohu), onde desenvolveram uma cultura distinta chamada moriori. A população moriori foi dizimada entre 1835 e 1862, principalmente por causa da invasão e escravização promovidas pelos māori, embora as doenças europeias também tenham contribuído para isso. Em 1862, havia apenas 101 sobreviventes e os últimos morioris puros conhecidos morreram em 1933.

 

Colonização europeia

Os primeiros europeus conhecidos por terem alcançado a Nova Zelândia foram o explorador holandês Abel Tasman e a sua tripulação em 1642. Em um encontro hostil, quatro tripulantes foram mortos e pelo menos um māori foi atingido por um tiro de metralha. Os europeus não voltaram a Nova Zelândia até 1769, quando o explorador britânico James Cook mapeou quase todo o seu litoral. Após Cook, a Nova Zelândia foi visitada por europeus e por vários baleeiros, foqueiros e navios comerciais norte-americanos. Eles negociavam alimentos, ferramentas de metal, armas e outros bens de madeira, alimentos, artefatos e água. A introdução da batata e do mosquete transformou a agricultura e a guerra māori. A batata proporcionou um excedente de alimentos confiável, o que permitiu campanhas militares maiores e melhor sustentadas. O resultado das inter-tribais Guerras dos Mosquetes abrangeu mais de 600 batalhas entre 1801 e 1840, matando entre 30.000 e 40.000 māoris. A partir do início do século XIX, missionários cristãos começaram a se estabelecer na Nova Zelândia e, eventualmente, conseguiram converter a maior parte da população māori. A população nativa māori diminuiu em cerca de 40% do seu nível pré-contato durante o século XIX; doenças trazidas pelos europeus foram o principal fator.

O governo britânico nomeou James Busby como Residente Britânico para a Nova Zelândia em 1832 e em 1835, após um anúncio iminente de soberania da França, a indistinta Tribos Unidas da Nova Zelândia enviou uma declaração de independência ao rei Guilherme IV do Reino Unido pedindo proteção. A contínua agitação e a posição dúbia legal da declaração da independência levou o Escritório Colonial do Reino Unido a enviar o capitão William Hobson para a reivindicar a soberania para a Coroa Britânica e negociar um tratado com os māori. O Tratado de Waitangi foi assinado na Baía das Ilhas em 6 de fevereiro de 1840. Em resposta às tentativas da comercial Companhia da Nova Zelândia de estabelecer um assentamento independente em Wellington e de "compra" de terras em Akaroa por colonos franceses, Hobson declarou a soberania britânica sobre todos a Nova Zelândia em 21 de Maio de 1840, ainda que cópias do tratado ainda estivessem em circulação. Com a assinatura do tratado e da declaração da soberania vários imigrantes, principalmente do Reino Unido, começaram a chegar em números cada vez maiores.


A Nova Zelândia, originalmente parte da colônia de Nova Gales do Sul, tornou-se uma colônia da coroa separada em 1841. A colônia ganhou um governo representativo em 1852 e o primeiro parlamento da Nova Zelândia se reuniu em 1854. Em 1856, a colônia efetivamente tornou-se auto-governada, ganhando a responsabilidade sobre todos os assuntos domésticos, com excepção da política nativa. (Controle sobre a política nativa foi concedida em meados da década de 1860.) Preocupado com a possibilidade da Ilha do Sul formar uma colônia separada, o premiê Alfred Domett apresentou uma resolução para transferir a capital de Auckland para uma localidade perto do Estreito de Cook. Wellington foi escolhida pelo seu porto e localização central, com o parlamento oficialmente sediado ali pela primeira vez em 1865. Com o aumento do número de imigrantes, os conflitos por terras levou às Guerras da Nova Zelândia da década de 1860 a década de 1870, resultando na perda e no confisco de muitas terras māori. Em 1893, o país tornou-se o primeiro país do mundo a conceder a todas as mulheres o direito ao voto e em 1894 foi pioneiro na adoção da arbitragem obrigatória entre empregadores e sindicatos.

 

Independência

Em 1907, a Nova Zelândia declarou-se um domínio dentro do Império Britânico e em 1947 o país adotou o Estatuto de Westminster, o que tornou a Nova Zelândia um reino da Commonwealth. O país se envolveu em assuntos mundiais, lutando ao lado do Império Britânico na primeira e e segunda Guerras Mundiais e sofrendo os impactos da Grande Depressão. A depressão levou à eleição do primeiro governo trabalhista e ao estabelecimento de um estado de bem-estar abrangente e de uma economia protecionista. A Nova Zelândia experimentou um período de prosperidade crescente nas épocas seguintes a Segunda Guerra Mundial e os māori começaram a deixar sua vida rural tradicional e ir para as cidades em busca de trabalho. Um movimento de protesto dos māori desenvolveu-se, criticando o eurocentrismo e trabalhando por um maior reconhecimento da cultura māori e do Tratado de Waitangi. Em 1975, um Tribunal Waitangi foi criado para investigar alegações de violações do tratado e foi habilitado para investigar queixas históricas em 1985.

 

Geografia

A Nova Zelândia é formada por duas ilhas principais e um algumas ilhas menores, situadas perto do centro do hemisfério de água. As principais ilhas do Norte e do Sul são separadas pelo Estreito de Cook, com 22 km de largura em seu ponto mais estreito. Além das duas ilhas principais, as cinco maiores ilhas habitadas são a Ilha Stewart, Ilhas Chatham, Ilha Grande Barreira (no Golfo de Hauraki), Ilha D'Urville e a Ilha Waiheke (há cerca de 22 km do centro de Auckland). As ilhas do país estão entre as latitudes 29° e 53ºS e longitudes 165° e 176°E.
O território da Nova Zelândia é longo (mais de 1 600 km ao longo de seu eixo norte-nordeste) e estreito (largura máxima de 400 km), com cerca de 15 134 km de costa e uma área total de 268 021 quilômetros quadrados. Por causa de suas distantes ilhas periféricas e de seu longo litoral, o país tem extensivos recursos marinhos. Sua zona econômica exclusiva, uma das maiores do mundo, cobre mais de 15 vezes a sua área terrestre.
A Ilha do Sul é a maior massa de terra da Nova Zelândia e é dividida ao longo de seu comprimento pelos Alpes do Sul. Nessa cordilheira, há 18 picos com mais de 3.000 metros de altura, sendo o maior o Monte Cook, com 3 754 metros. A região de Fiordland tem montanhas íngremes e fiordes profundos, registros da glaciação deste canto sudoeste da Ilha do Sul. A Ilha do Norte é menos montanhosa, mas é marcada pelo vulcanismo. A altamente ativa zona vulcânica de Taupo formou um grande planalto vulcânico, pontuado pela maior montanha da Ilha do Norte, o Monte Ruapehu, com 2 797 metros. O planalto também abriga o maior lago do país, o Lago Taupo, situado na cratera de um dos mais ativos supervulcões do mundo.
O país deve a sua topografia variada, e talvez até o seu aparecimento acima do nível do mar, ao limite dinâmico que acontece entre as placas do Pacífico e Indo-Australiana. Oficialmente, a Nova Zelândia localiza-se na Oceania. Estudos recentes apontam a existência de um microcontinente chamado Zelândia, que supostamente submergiu depois de se separar do supercontinente Gondwana. Cerca de 25 milhões de anos atrás, uma mudança nos movimentos das placas tectônicas começaram a contorcer e deformar a região. Isto agora é mais evidente nos Alpes do Sul, formados pela compressão da crosta ao lado da falha alpina. Em outros lugares do limite da placa envolve a subducção de uma placa sob a outra, produzindo o fossa de Puysegur o sul, a fossa de Hikurangi ao lesta da Ilha do Norte e as fossas de Kermadec e de Tonga mais ao norte.

 

Biodiversidade

Devido ao seu isolamento relativo, a Nova Zelândia desenvolveu um ecossistema único, cuja característica mais distinta consistia na ausência, até à colonização polinésia, de quaisquer mamíferos terrestres, à exceção de três espécies de morcegos. Muitos dos nichos ecológicos que normalmente teriam sido ocupados por mamíferos eram ocupados por aves, incluindo o kiwi (incapaz de voar) e a moa.
As moas, agora extintas, podiam crescer até uma altura de três metros. O kiwi e a Cyathea dealbata, característicos das florestas nativas deste país são símbolos nacionais. A Nova Zelândia é também o lar do tuatara, uma espécie antiga de réptil, e do weta, um insecto que pode atingir mais de oito centímetros de comprimento.

 Resultado de imagem para fotos O kiwi e a Cyathea dealbata




Clima

A Nova Zelândia tem um clima ameno e temperado marítimo, com temperaturas médias anuais variando de 10 °C no sul até 16 °C no norte do país. A máxima e mínima históricas são de 42,4 °C, em Rangiora, Canterbury, e -26 °C, em Ranfurly, Otago.
As condições variam fortemente entre as regiões extremamente úmidas na costa oeste da ilha sul para as regiões quase semiáridas na região Central de Otago e na Bacia do Mackenzie no interior Canterbury e subtropicais em Northland. Das sete maiores cidades do país, Christchurch é a mais seca, recebendo em média apenas 640 milímetros de chuva por ano, e Auckland a mais chuvosa, recebendo quase o dobro desse montante.
Auckland, Wellington e Christchurch recebem uma média anual superior a duas mil horas de luz solar. As partes do sul e oeste da Ilha do Sul tem um clima mais frio e nublado, com cerca de 1 400-1 600 horas; as partes norte e nordeste da Ilha do Sul são as áreas mais ensolaradas do país e recebem cerca de 2 400-2 500 horas.

 

Demografia

A população da Nova Zelândia é de aproximadamente 4,4 milhões de habitantes. O país é predominantemente urbano, com 72% da sua população vivendo em 16 áreas urbanas principais e 53% vivendo nas quatro maiores cidades de Auckland, Christchurch, Wellington e Hamilton. As cidades neozelandesas geralmente obtém boas colocações em classificações internacionais de habitabilidade. Em 2010, por exemplo, Auckland foi considerada a quarta cidade mais habitável do mundo e Wellington a décima-segunda pelo Quality of Life Survey, feito pela consultoria Mercer.
A expectativa de vida de uma criança nascida na Nova Zelândia em 2008 era de 82,4 anos para as mulheres e 78,4 anos para os homens. A esperança de vida ao nascer deverá aumentar de 80 anos para 85 anos em 2050 e a mortalidade infantil deverá diminuir ainda mais. Em 2050, estima-se, a população deverá chegar aos 5,3 milhões de habitantes, a idade média subirá de 36 anos para 43 anos e a percentagem de pessoas com 60 anos de idade e mais velhas subirá de 18% para 29%.

 

Religião

O cristianismo é a religião predominante na Nova Zelândia. No censo de 2006, 55,6% da população se identificou como cristã, enquanto que 34,7% não tinham religião (de 29,6% em 2001) e cerca de 4% eram afiliados com outras religiões
As principais denominações cristãs são anglicanismo, catolicismo romano, presbiterianismo e o metodismo. Há também um número significativo de cristãos que se identificam com pentecostais, batista, membros da A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e da religião neozelandesa rātana, que tem adeptos entre māori. De acordo com dados do censo, outras religiões minoritárias significativas incluem o hinduísmo, o budismo e o islamismo.

 

Cidades mais populosas:


1
Auckland
Auckland
1 377 200
2
Wellington
Wellington
393 400
3
Christchurch
380 900
4
Hamilton
206 400
5
Napier
Baía de Hawke
124 800
6
Tauranga
Baía de Plenty
121 500
7
Dunedin
117 700
8
Palmerston North
82 400
9
Nelson
Nelson
60 800
10
Baía de Plenty
56 200

 

Etnias, imigração e idiomas

No censo de 2006, 67,6% da população se identificava etnicamente como descendentes de europeus e 14,6% como maori. Outros grandes grupos étnicos incluem os povos asiáticos (9,2%) e do Pacífico (6,9%), enquanto 11,1% identificou-se simplesmente como "neozelandês" (ou similar) e 1% com outras etnias. Esses dados contrastam com os de 1961, quando o censo informou que a população da Nova Zelândia era composta por 92% de europeus e 7% de māori, com minorias asiáticas e do Pacífico compartilhando o 1% restante. Embora o gentílico para um cidadão da Nova Zelândia seja neozelandês, o termo informal kiwi é comumente utilizado tanto a nível internacional quanto pelos habitantes locais. O empréstimo linguístico māori Pākehā geralmente se refere aos neozelandeses de descendência europeia, embora alguns rejeitem esta denominação e alguns māori a usem para se referir a todos os neozelandeses não-polinésios.

Os māori foram os primeiros humanos a chegar à Nova Zelândia, seguidos pelos primeiros colonizadores europeus. Após a colonização, os imigrantes provinham predominantemente da Grã-Bretanha, Irlanda e Austrália, por causa de políticas restritivas semelhantes às políticas da Austrália Branca. Houve também significativa imigração dalmácia, holandesa, italiana e alemã, juntamente com a imigração europeia indireta através da Austrália, América do Norte, América do Sul e África do Sul. Depois da Grande Depressão, as políticas de migração foram relaxadas e a diversidade de imigrantes aumentou. Em 2009-10, uma meta anual de 45.000 a 50.000 aprovações de residência permanente foi criada pelo Serviço de Imigração da Nova Zelândia, o que significa mais de um novo imigrante para cada 100 moradores da Nova Zelândia. 23% da população da Nova Zelândia nasceu no exterior, a maioria dos quais vivem na região de Auckland. Embora a maioria dos imigrantes ainda venha do Reino Unido e da Irlanda (29%), a imigração vinda do Leste da Ásia (principalmente China continental, mas com um número significativo também da Coreia, Taiwan, Japão e Hong Kong) está aumentando rapidamente o número de pessoas provenientes desses países. O número de estudantes internacionais pagantes aumentou acentuadamente na década de 1990, sendo que mais de 20 mil pessoas estudavam em instituições públicas de ensino superior do país em 2002.

O inglês é o idioma predominante na Nova Zelândia, falada por 98% da população. O inglês neozelandês é semelhante ao inglês australiano e muitos falantes anglófonos do hemisfério norte são incapazes de falar esse sotaque.[105] Depois da Segunda Guerra Mundial, os māori foram desencorajados a falar a sua própria língua (te reo Māori) em escolas e locais de trabalho e existia como uma linguagem única comunitária em algumas áreas remotas.Recentemente, o idioma maori foi objeto de um processo de revitalização, sendo declarado uma das línguas oficiais da Nova Zelândia em 1987, e é falado por 4,1% da população. Existem hoje escolas e dois canais de televisão de língua maori, os únicos canais de televisão a nível nacional que têm a maior parte do seu conteúdo de horário nobre exibido em maori. Nos últimos anos, muitos lugares foram oficialmente nomeados em maori e inglês. O samoano é uma das línguas mais faladas na Nova Zelândia (2,3%), seguido pelo francês, hindi, cantonês e mandarim (dialetos da língua chinesa). A Língua Neozelandesa de Sinais é utilizada por cerca de 28.000 pessoas e tornou-se a segunda língua oficial do país em 2006.

 

Governo e política

A Nova Zelândia é uma monarquia constitucional com uma democracia parlamentar, embora a sua constituição não seja codificada. Elizabeth II é a monarca neozelandesa e a chefe de Estado do país. A rainha é representada pelo governador-geral, que é nomeado a conselho do primeiro-ministro. O governador-geral pode exercer os poderes prerrogativos da Coroa (como revisão de casos de injustiça e nomeações de ministros, embaixadores e outros importantes funcionários públicos) e, em raras situações, os poderes moderadores (o poder de demitir um primeiro-ministro, dissolver o parlamento ou recusar o Consentimento Real de um projeto de lei). Os poderes da Rainha e do governador-geral são limitados por restrições constitucionais e não podem normalmente ser exercidos sem o Conselho de Ministros.
O gabinete, formado por ministros e liderado pelo primeiro-ministro, é o órgão máximo de formulação de políticas e responsável por decidir as ações mais significativas do governo. Por convenção, os membros do gabinete estão ligados por responsabilidade coletiva de decisões tomadas pelo gabinete.

O Parlamento da Nova Zelândia detém o poder legislativo e consiste no Soberano (representada pelo governador-geral) e na Câmara dos Representantes. O parlamento também incluía uma câmara alta, o Conselho Legislativo, até que este foi abolido em 1950. A supremacia da Câmara sobre o Soberano foi criada na Inglaterra através da Declaração de Direitos de 1689 e foi ratificada como lei na Nova Zelândia. A Câmara dos Representantes é eleita democraticamente e é um governo formado a partir do partido ou coligação com a maioria dos assentos. Se não houver maioria é formado um governo minoritário pode ser formado se o apoio de outros partidos estiver assegurado. O governador-geral nomeia os ministros sob a orientação do primeiro-ministro, que é por convenção o líder parlamentar do partido do governo ou coligação.
Juízes e magistrados são nomeados politicamente e não sob regras rigorosas em matéria de posse para ajudar a manter a independência constitucional do governo. Isto, teoricamente, permite que o judiciário interprete as leis com base exclusivamente na legislação aprovada pelo parlamento sem outras influências sobre suas decisões. O Conselho Privado em Londres, foi o supremo tribunal de recursos do país até 2004, quando foi substituído pelo recém-criado Supremo Tribunal de Nova Zelândia. O judiciário, presidido pelo chefe de justiça, inclui o Tribunal de Recurso, o Tribunal Superior e os tribunais subordinados.

 

Relações internacionais

Na era colonial, a Nova Zelândia permitia que o governo britânico determinasse o comércio externo e fosse responsável pela política externa. Entre 1923 e 1926, Conferências Imperiais decidiram que a Nova Zelândia devia ser autorizada a negociar os seus próprios tratados políticos, sendo o primeiro tratado comercial de sucesso estabelecido com o Japão, em 1928. Apesar dessa relativa independência, a Nova Zelândia prontamente seguiu o Reino Unido ao declarar guerra à Alemanha nazista em 3 de setembro de 1939, quando o então primeiro-ministro neozelandês, Michael Savage, proclamou: "Onde ela vai, nós vamos; onde ela está, nós estamos".

Em 1951, o Reino Unido virou-se cada vez mais para seus interesses europeus, enquanto a Nova Zelândia juntou-se à Austrália e aos Estados Unidos no tratado de defesa ANZUS. A influência dos Estados Unidos na Nova Zelândia enfraqueceu após protestos sobre a Guerra do Vietnã, o fracasso dos Estados Unidos em advertir França após o naufrágio do Rainbow Warrior e por desacordos sobre questões agrícolas comerciais, ambientais e sobre a políticas sobre a zona livre de armas nucleares da Nova Zelândia. Apesar da suspensão das obrigações dos Estados Unidos, o tratado ANZUS permaneceu em vigor entre a Nova Zelândia e a Austrália, cuja política externa tem seguido uma tendência histórica semelhante. Próximos contatos políticos são mantidos entre os dois países, com acordos de livre comércio e organização de viagens que permitem aos cidadãos visitar, viver e trabalhar em ambos os países sem qualquer restrição. Atualmente, mais de 500 mil neozelandeses vivem na Austrália e 65 mil australianos vivem na Nova Zelândia.

A Nova Zelândia tem uma forte presença entre os países insulares do Pacífico. Uma grande proporção da ajuda externa da Nova Zelândia vai para esses países e muitos povos do Pacífico migram para a Nova Zelândia em busca de emprego. A migração permanente é regulamentada no âmbito do programa do governo, que permitem até 1.100 samoanos e até 750 habitantes de outras ilhas do Pacífico, respectivamente, para se tornarem residentes permanentes da Nova Zelândia por ano. Um esquema de trabalhadores sazonais de migração temporária foi introduzido em 2007 e em 2009 cerca de 8.000 habitantes das ilhas do Pacífico foram empregados nele. A Nova Zelândia está envolvido Fórum das Ilhas do Pacífico, Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico e do Fórum Regional da Associação de Nações do Sudeste Asiático (incluindo Cúpula do Leste Asiático). O país também é membro da Organização das Nações Unidas, da Comunidade das Nações, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico e os Cinco Acordos de Força de Defesa.

 

Forças armadas

A Força de Defesa da Nova Zelândia é composta por três ramos: a Marinha Real da Nova Zelândia, o Exército da Nova Zelândia e a Força Aérea Real da Nova Zelândia. As necessidades de defesa nacional da Nova Zelândia são modestas, devido à improbabilidade de ataque direto, mesmo com a presença global do país. A Nova Zelândia lutou nas duas guerras mundiais, com campanhas notáveis em Galípoli, Creta, El Alamein e Cassino. A Campanha de Galípoli desempenhou um papel importante na promoção da identidade nacional da Nova Zelândia e fortaleceu a tradição ANZAC, compartilhada com a Austrália. De acordo com Mary Edmond-Paul, "a Primeira Guerra Mundial tinha deixado cicatrizes na sociedade neozelandesa, com cerca de 18.500, no total, mortos como resultado da guerra, mais de 41.000 feridos e outros afetados emocionalmente, de uma força de combate no exterior de cerca de 103 mil e uma população de pouco mais de um milhão." A Nova Zelândia também teve uma importante participação na Batalha do Rio da Prata e na campanha aérea da Batalha da Grã-Bretanha. Durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos tinham mais de 400 mil militares americanos estacionados na Nova Zelândia.
Além do Vietnã e das duas guerras mundiais, a Nova Zelândia lutou na Guerra da Coreia, na Segunda Guerra dos Bôeres, na Emergência Malaia, na Guerra do Golfo e na Guerra do Afeganistão. O país tem contribuído com forças para várias missões de paz regionais e globais, tais como aquelas no Chipre, Somália, Bósnia e Herzegovina, Suez, Angola, Camboja, fronteira Irã-Iraque, Bougainville, Timor-Leste e nas Ilhas Salomão. A Nova Zelândia também enviou uma unidade de engenheiros do exército de para ajudar na reconstrução de infraestrutura do Iraque por um ano durante a Guerra do Iraque.

 

Subdivisões

Quando foi povoada pelos britânicos, a Nova Zelândia foi dividida em províncias. Estas foram abolidas em 1876 para que o governo pudesse ser centralizado, por motivos financeiros. Em resultado, a Nova Zelândia não possui nenhuma entidade subnacional como província, estado ou território, para lá do governo local. Apesar disso, o espírito das províncias sobrevive e existe uma feroz rivalidade entre elas em acontecimentos culturais ou desportivos.
Desde 1876, o governo central tem administrado as várias regiões da Nova Zelândia. Devido à sua herança colonial, seu governo reflete com bastante fidelidade as estruturas britânicas de governo local, com conselhos de cidade, borough e condado. Ao longo dos anos, alguns destes conselhos fundiram-se ou tiveram as fronteiras ajustadas por mútuo acordo, e foram criados alguns novos. Em 1989, o governo reorganizou por completo o governo local, implementando a actual estrutura de dois níveis com as regiões e as autoridades territoriais.
Hoje, a Nova Zelândia tem 12 conselhos regionais para a administração de assuntos ambientais e de transportes, e 74 autoridades territoriais que administram as estradas, o saneamento básico, as autorizações de construção e outros assuntos locais. As autoridades territoriais são 16 conselhos de cidade, 57 conselhos de distrito e o Conselho das Ilhas Chatham. Quatro dos conselhos territoriais (uma cidade e três distritos) e o Conselho das Ilhas Chatham também exercem as funções de conselho regional, e são assim conhecidos como autoridades unitárias. Os distritos das autoridades territoriais não são subdivisões dos distritos dos conselhos regionais, e alguns atravessam as fronteiras dos conselhos regionais.

 

Economia

Nova Zelândia tem uma moderna, próspera e desenvolvida economia de mercado, com um produto interno bruto (PIB) em paridade do poder de compra (PPC) per capita estimado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em cerca de US$ 26.966.[3][nota 6] A moeda do país é o dólar da Nova Zelândia, informalmente conhecido como o "dólar Kiwi", que também circula nas Ilhas Cook, Niue, Tokelau e nas Ilhas Pitcairn.[157] A Nova Zelândia foi classificada como o quinto país "mais desenvolvido" do mundo pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2011, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), e ficou em 4º lugar no Índice de Liberdade Econômica de 2011, publicado pela Heritage Foundation.
Historicamente, as indústrias extrativistas têm contribuído fortemente para a economia da Nova Zelândia, concentrando-se, de acordo com a época, na caça às focas e baleias, linho, ouro, goma kauri e na madeira nativa. Com o desenvolvimento do transporte refrigerado em 1880, carne e produtos lácteos passaram a ser exportados à Grã-Bretanha, um comércio que serviu de base para um forte crescimento econômico na Nova Zelândia. A elevada demanda de produtos agrícolas do Reino Unido e dos Estados Unidos ajudou os neozelandeses a alcançar um padrão de vida mais elevado do que o da Austrália e da Europa Ocidental nos anos 1950 e 1960. Em 1973, o mercado de exportação da Nova Zelândia foi reduzido quando o Reino Unido aderiu à Comunidade Europeia e por outros fatores, tais como crise do petróleo de 1973 e a crise energética de 1979, o que levou a uma grave depressão econômica. O padrão de vida neozelandês caiu atrás daqueles registrados na Austrália e na Europa Ocidental e, em 1982, a Nova Zelândia tinha a menor renda per capita entre todos os países desenvolvidos pesquisados pelo Banco Mundial. Desde 1984, sucessivos governos engajados na reestruturação macroeconômica do país transformou rapidamente a Nova Zelândia de uma economia altamente protecionista para uma economia de livre comércio e liberalizada.
O desemprego chegou acima dos 10% em 1991 e 1992, após a "segunda-feira negra de 1987", mas finalmente caiu a uma baixa recorde de 3,4% em 2007 (a 5ª menor taxa entre os 27 países comparáveis da OCDE). A crise financeira mundial que se seguiu, porém, teve um grande impacto na economia neozelandesa, com o PIB do país encolhendo por cinco trimestres consecutivos, a mais longa recessão em mais de 30 anos, e com o aumento do desemprego para uma taxa de 7% no final de 2009. A taxa de desemprego para os jovens foi de 17,4% no trimestre de junho de 2011. A Nova Zelândia tem experimentado uma série de "fuga de cérebros" desde 1970, fenômeno que continua ainda hoje. Quase um quarto dos trabalhadores altamente qualificados do país vivem no exterior, a maioria na Austrália e Reino Unido, taxa maior do que a de qualquer outra nação desenvolvida. Nos últimos anos, entretanto, um "ganho de cérebros" trouxe profissionais educados da Europa e de países menos desenvolvidos.

 

Turismo

O turismo é uma importante indústria na Nova Zelândia, contribuindo com NZ$ 15 bilhões (ou 9%) do produto interno bruto (PIB) doméstico do país em 2010. É também a maior indústria de exportação da Nova Zelândia, com cerca de 2,4 milhões de turistas internacionais visitando o país anualmente (dados de setembro de 2009), o que forneceu 18% das receitas de exportação neozelandesas em 2010.
A Nova Zelândia é comercializada no exterior como um lugar "limpo e verde" de aventura, com destinos naturais, como Milford Sound, o Monte Cook, as Cavernas de Waitomo, o Parque Nacional Abel Tasman e a Travessia Alpina do Tongariro, enquanto atividades como o bungee jumping ou a observação de baleias exemplificam atrações turísticas típicas.
Queenstown abriga o primeiro bungee jumping comercial do mundo, o Kawarau Bridge Bungy, localizado a 43 metros acima do Rio Kawarau.
A Nova Zelândia também é muito conhecida pelas paisagens exuberantes que foram locações para as trilogias cinematográficas O Senhor dos Anéis e O Hobbit, dirigidas pelo cineasta Peter Jackson. Algumas delas se tornaram atrações permanentes para receber os fãs da saga. No roteiro dos mais aficionados pela Terra-média não pode faltar Hobbiton (Vila dos Hobbits), em Matamata; Valfenda, em Wellington; e Mordor, no Parque Nacional de Tongariro. Outras locações podem ser encontradas em Nelson, Canterbury, Mackenzie Country, Southern Lakes e Fiordland.
A grande maioria das chegadas de turistas para a Nova Zelândia vêem através do Aeroporto de Auckland que movimentou mais de 11 milhões de passageiros em 2004. Muitos turistas internacionais também gastam o tempo em Christchurch, Queenstown, Rotorua e Wellington. O turismo doméstico também é importante, sendo que as despesas desse tipo de atividade chegam a US$ 13 bilhões e superam as despesas de turistas internacionais, de US$ 9 bilhões em 2010. No geral, o turismo mantém cerca de 180.000 empregos em tempo integral (10% da força de trabalho na Nova Zelândia).


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Infraestrutura

Educação

O ensino primário e secundário é obrigatório para crianças de seis a dezesseis anos. Existem 13 anos escolares e de escolas públicas são gratuitas. A Nova Zelândia tem uma taxa de alfabetização de adultos de 99% e mais da metade da população de 15 a 29 anos possui uma qualificação superior. Existem cinco tipos de instituições estatais terciárias: universidades, faculdades de educação, institutos politécnicos, institutos especializados e wānanga, e também estabelecimentos de ensino privado.

 

Energia, transporte e comunicações

Em 2008, petróleo, gás e carvão geraram cerca de 69% da oferta de energia bruta da Nova Zelândia e 31% foi gerada a partir de energias renováveis, principalmente energia hidrelétrica e geotérmica.
A rede de transportes da Nova Zelândia inclui 93 805 km de estradas, no valor de 23 bilhões de dólares, e 4 128 km de linhas ferroviárias. A maioria das grandes cidades e vilas do país estão ligadas por serviços de ônibus, embora o automóvel privado seja o modo predominante de transporte. As ferrovias foram privatizadas em 1993, em seguida, re-adquiridas pelo governo em 2004 e investidas através de uma empresa estatal. O sistema ferroviário percorre o território do país, embora a maioria das linhas seja de transporte de mercadorias, em vez de passageiros. A maioria dos visitantes internacionais chegam por via aérea e a Nova Zelândia tem sete aeroportos internacionais, embora atualmente apenas os aeroportos de Auckland e Christchurch conectem-se diretamente com outros países além de Austrália e Fiji.
Os Correios da Nova Zelândia tinham o monopólio sobre as telecomunicações até 1989, quando Telecom New Zealand foi formada, inicialmente como uma empresa estatal e privatizada em 1990. A Telecom ainda possui a maior parte da infraestrutura de telecomunicações, mas a concorrência de outros fornecedores aumentou.

 

Cultura

Os primeiros māori adaptaram a sua cultura polinésia aos desafios associados com um ambiente maior e mais diversificado e desenvolveram a sua própria cultura. A organização social era em grande parte comum com as famílias (whanau), sub-tribos (hapu) e tribos (iwi) governadas por um chefe (rangatira), cuja posição era sujeita à aprovação da comunidade. Os imigrantes britânicos e irlandeses trouxeram aspectos de suas própria culturas para a Nova Zelândia e também influenciaram a cultura māori, particularmente com a introdução do cristianismo.
No entanto, os māori ainda consideram sua fidelidade a grupos tribais como uma parte vital de sua identidade e os papéis de parentesco de sua cultura se assemelham aos de outros povos da Polinésia. Mais recentemente, americanos, australianos, asiáticos e outras culturas europeias exerceram influência sobre a Nova Zelândia. A cultura polinésia não-māori também é aparente, com o Pasifika, o maior festival do mundo polinésio, agora sendo um evento anual em Auckland.
A vida em grande parte rural, no início da Nova Zelândia, levou à imagem de que os neozelandeses são robustos, trabalhadores e solucionadores de problemas trabalhador. Na época a Nova Zelândia não era conhecido como um país intelectual. Do início do século XX até o final dos anos 1960, a cultura māori foi suprimida através da tentativa de assimilação do povo nativo em neozelandeses britânicos.
Em 1960, o ensino superior tornou-se mais acessível, as cidades se expandiram e, consequentemente, a cultura urbana começou a dominar. Embora a maioria da população viva em cidades, grande parte da arte, filmes, literatura e humor da Nova Zelândia têm temas rurais.

 

Esportes

A maioria dos códigos esportivos jogados na Nova Zelândia têm origens inglesas. Golfe, netball, tênis e críquete são os quatro primeiros esportes coletivos, sendo o futebol o mais popular entre os jovens e o rugby o que atrai mais espectadores. Vitoriosas turnês de rugby pela Austrália e pelo Reino Unido no final dos anos 1880 e início dos anos 1900 desempenharam um papel importante no início da formação da identidade nacional do país, embora a influência do esporte tenha decaído. O turfe também foi um esporte popular e tornou-se parte da cultura "Corrida, Rugby e Cerveja" durante a década de 1960. A participação dos māori em esportes europeus é particularmente evidente no rugby e a equipe do país realiza a haka (desafio tradicional maori) antes dos jogos internacionais.
A Nova Zelândia tem equipes competitivas internacionais no rugby, netball, críquete e softball e tradicionalmente tem bom desempenho no triatlo, remo, iatismo e ciclismo. O país também tem um bom desempenho na proporção de medalhas em relação à população nos Jogos Olímpicos e nos Jogos da Commonwealth. A Seleção Neozelandesa de Rugby é frequentemente considerada como a melhor do mundo e é a detentora de várias vitórias na Copa do Mundo de Rugby. O país é conhecido por sua forte tradição em esportes radicais, turismo de aventura e montanhismo. Outras atividades ao ar livre, como ciclismo, pesca, natação, corrida, canoagem, caça, esportes de neve e surf também são populares.

Referências

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Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Comentário:

A Nova Zelândia, possui um mundo de maravilhas naturais, repleto de reliquías antigas e majestosas, e que muitas delas existem até hoje. Este arquipélago faz parte dos países mais ricos do mundo.  A Nova Zelândia possue grande reserva biológicas. Na criação de suas próprias culturas no caso das certas tribos de lá, representa novas descobertas e novos conhecimentos à serem ensinados. No caso da Nova Zelândia ser considerada um lugar bastante “limpo e verde” de aventura, significa que é um perfeito lugar para o turismo. Eu concordo que a Nova Zelândia é um dos lugares mais fantásticos e extraordirnários do mundo.