domingo, 14 de outubro de 2018

Política - Marina Silva (4o bimestre)




Marina Silva


Maria Osmarina da Silva Vaz de Lima, nascida Maria Osmarina da Silva (Rio Branco8 de fevereiro de 1958) é uma historiadora, professora, psicopedagoga, ambientalista e política brasileira filiada à Rede Sustentabilidade. Ao longo de sua carreira política, exerceu os cargos de senadora da República pelo Acre entre 1995 a 2011 e ministra do Meio Ambiente de 2003 a 2008, além de candidatar-se em 20102014 e 2018 à Presidência da República.
Nascida em um seringal no Acre, Marina mudou-se para a capital do estado ainda na adolescência, onde foi alfabetizada. Concluído o ensino médio, graduou-se em história pela Universidade Federal do Acre. Desenvolveu interesse pela política e vinculou-se ao Partido Revolucionário Comunista, organização marxista que se abrigava no Partido dos Trabalhadores, posteriormente ajudando a fundar a Central Única dos Trabalhadores do Acre. Juntamente com Chico Mendes, ajudou a liderar o movimento sindical, elegendo-se para o seu primeiro cargo público, o de vereadora de Rio Branco, em 1988.

Na eleição de 1990, Marina foi eleita deputada estadual e, em 1994, senadora da República, tornando-se, aos 36 anos de idade, a mais jovem senadora da história do país. Reeleita para o Senado em 2002, Marina aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e assumiu o Ministério do Meio Ambiente. Em 2009, deixou o PT e filiou-se ao Partido Verde.
Em 2010, Marina candidatou-se a presidente pelo PV, obtendo a terceira colocação no primeiro turno, com mais de 19 milhões de votos. Em 2014, assumiu a candidatura a presidente pelo Partido Socialista Brasileiro após a morte de Eduardo Campos, ficando novamente em terceira colocada com mais de 22 milhões de votos. Em 2015, conseguiu o registro de seu novo partido político, a Rede Sustentabilidade, o qual a escolheu para disputar pela terceira vez a presidência da República em 2018.

Biografia

Juventude

Marina Silva nasceu pelas mãos de sua avó, que era parteira, na localidade de Breu Velho, em Rio Branco, capital do estado do Acre, em 8 de fevereiro de 1958. Descendente de africanos e portugueses, foi registrada com o nome de Maria Osmarina Silva de Souza, sendo filha do seringueiro cearense Pedro Augusto da Silva e da dona de casa Maria Augusta da Silva. O nome Marina, decorrente de um apelido dado por uma tia, foi acrescentado por ocasião da eleição de 1986, quando os candidatos ainda não podiam usar alcunhas nos nomes oficiais (um processo semelhante ao que aconteceu com Luiz Inácio Lula da Silva).
Durante sua infância e parte de sua adolescência, Marina viveu com sua família em uma palafita chamada Breu Velho, no seringal Bagaço, a 70 km do centro de Rio Branco. Seus pais tiveram onze filhos, dos quais oito sobreviveram.

Em 1967, a família deixou o seringal em Bagaço para ir a Manaus abrir uma taberna, mas durou pouco tempo. Cinco meses depois, eles foram a Santa Maria no Pará, onde a situação era ainda pior. Em 1969, a família voltou para o seringal com a passagem paga pelo ex-patrão do pai de Marina. Aos 10 anos, Marina Silva começou a trabalhar no seringal para pagar a dívida que a família contraiu com o patrão. Quando Marina tinha quinze anos, a mãe Maria Augusta faleceu vítima de inúmeras doenças adquiridas pela falta de infraestrutura no local onde viviam.
Aos quinze anos, foi viver na zona urbana de Rio Branco, para tratar de sua saúde. Havia contraído hepatite, porém os médicos atestaram ser malária. Na mesma época, duas de suas irmãs faleceram, uma vítima de sarampo e outra vítima de malária. Fixou-se definitivamente em Rio Branco em 1974, recebendo os cuidados do então bispo do Acre, Dom Moacyr Grechi, que a acolheu na casa das irmãs Servas de Maria.

Em Rio Branco, seu primeiro trabalho foi de empregada doméstica, abandonando seu plano inicial de ser freira. Ao longo de sua adolescência e juventude, Marina Silva teve inúmeros problemas de saúde, tais como malária, contaminação por mercúrio e leishmaniose.

Educação e formação

Analfabeta, Marina foi matriculada no Mobral, projeto de alfabetização do regime militar, alfabetizando-se aos dezesseis anos.
Após concluir sua alfabetização, estava apta para seguir com os estudos e já sonhava em uma graduação, optou por fazer vestibular, decidindo cursar História e formando-se em 1984, aos vinte e seis anos, na Universidade Federal do Acre.
Mais tarde fez especializações em teoria psicanalítica na Universidade de Brasília (UnB), e em psicopedagogia na Universidade Católica de Brasília (UCB).Outra especialização em psicopedagogia na Argentina foi interrompida em 2010 devido à campanha eleitoral.

Vida pessoal

Seu primeiro casamento ocorreu em 1980 e resultou em dois filhos: Shalon e Danilo. A união terminou em 1985. No ano seguinte, em 1986, casou-se com Fábio Vaz de Lima, técnico agrícola que assessorava os seringueiros de Xapuri. Desse casamento, que dura até hoje, Marina teve Moara e Mayara.

Quando tinha 42 anos de idade, Marina converteu-se à Igreja Evangélica. Enquanto no passado pensou em ser freira e pregava a Teologia da Libertação, passou a circular pelo Congresso Nacional com a Bíblia a tiracolo. O livro sagrado transformou-se em uma espécie de agenda que acomodava suas anotações, bem como os lembretes do dia-a-dia. A escolha pela nova religião alegadamente ocorreu em 1997, quando adoeceu, ficando acamada, frágil e com a visão e locomoção deficientes, em razão de problemas neurológicos devido à contaminação com mercúrio. Marina achava que morreria, mas sua recuperação coincidiu com a época em que começou a frequentar a Igreja Evangélica, influenciada por amigos. De acordo com ela, "Fui em busca de um milagre, mas o maior milagre foi a experiência que passei a ter da bênção de Deus." Após se curar, ela se converteu e se tornou uma fiel assídua da Igreja Bíblica da Graça.
Em 2010, ano de sua candidatura, a jornalista Marília de Camargo César lançou uma biografia com reportagens e momentos da vida de Marina. O livro, "Marina, a Vida por uma Causa", foi prefaciado por Fernando Meirelles e publicado pela editora Mundo Cristão. Em 2011, foi anunciado que a editora Mundo Cristão fechou contrato com a Cineluz Produções, da cineasta Sandra Werneck, cedendo os direitos de adaptação do livro em filme. A longa-metragem está em projeto e a produção não tem data definida para iniciar as filmagens, porém estava previsto para que fosse rodado em 2012. Em 2014, Werneck divulgou que as filmagens foram adiadas pela falta de patrocínios. Desde do início do projeto, Marina declarou que não quer que a obra cinematográfica tenha cunho político.

Carreira política

Ingressou no Partido Revolucionário Comunista (PRC), organização marxista que se abrigava no Partido dos Trabalhadores, então sob o comando do deputado José Genoíno.
Foi professora na rede de ensino secundário e engajou-se no movimento sindical. Foi companheira de luta de Chico Mendes e com ele fundou a Central Única dos Trabalhadores(CUT) do Acre, em 1985, da qual foi vice-coordenadora até 1986. Nesse ano, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) e candidatou-se a deputada federal, junto com Candidatos do PT nas eleições de 1986: Hélio Pimenta, candidato a Governador, Chico Mendes, candidato a deputado estadual, Matias, candidato a Senador. Obtendo o apoio de Chico Mendes. Marina e Chico Mendes não foram eleitos.


Vereança

Em 1988, foi a vereadora mais votada do município de Rio Branco, conquistando a única vaga da esquerda na câmara municipal. No mesmo ano, ocorreu o assassinato de Chico Mendes, amigo pessoal de Marina. Nesse cargo, combateu diversos privilégios dos vereadores e devolveu para os cofres da Câmara os benefícios financeiros a que eles, inclusive ela própria, tinham direito. Com essas ações, muitos adversários políticos foram criados, contudo a sua popularidade cresceu.


Assembleia Legislativa do Acre

Exerceu seu mandato de vereadora até 1990, quando candidatou-se a deputada estadual e obteve novamente a maior votação, tendo sido eleita.Logo no primeiro ano do novo mandato descobriu-se doente: havia sido contaminada por metais pesados quando ainda vivia no seringal, como consequência do tratamento da leishmaniose, de três hepatites e de cinco malárias.


Senado

Em 1994, foi eleita senadora da República, pelo estado do Acre, com a maior votação, sendo a pessoa mais jovem a ocupar o cargo de senador no Brasil. Foi Secretária Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Partido dos Trabalhadores, de 1995 a 1997.
Em 2002 foi reeleita, com projeção de cumprimento de mandato até 31 de janeiro de 2011. Entre as mais de 100 proposições apresentadas pela senadora, desde o primeiro mandato, destacam-se 54 projetos de lei, dentre eles, o texto propondo a criação do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE – para as unidades da Federação que abrigarem em seus territórios unidades de conservação da natureza e terras indígenas demarcadas.
Em 2008 retornou ao Senado, após longo período exercendo o Ministério no governo Lula, Marina foi a primeira voz a defender, na Casa, a importância de o Governo Federal assumir uma postura em relação a redução das emissões de gases de efeito estufa. Em 2009 o Governo anunciou, finalmente, a adoção dessas metas. Não sendo ainda suficientemente, a senadora também cobrou do Governo e do Congresso Nacional a inclusão de uma meta brasileira, com os percentuais para a redução das emissões de gases do efeito estufa até 2020, no Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que seria aprovado e sancionado pelo Presidente da República antes da realização da Conferência de Clima (COP15), realizada em dezembro de 2009 em Copenhague.

Ministério do Meio Ambiente

Em 2003, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República, foi nomeada ministra do Meio Ambiente. Desde então, Marina enfrentou conflitos constantes com outros ministros do governo quando, segundo sua avaliação, os interesses econômicos se contrapunham aos objetivos de preservação ambiental. Uma das notáveis divergências envolvendo a ministra e outro ministério ocorreu em 2008, quando Marina se desentendeu com Roberto Mangabeira Unger, então ministro da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, devido ao fato da coordenação do Plano Amazônia Sustentável (PAS) ter sido destinado à Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos, vinculada diretamente à Presidência da República. A então ministra-chefe da Casa Civil era Dilma Rousseff, com quem Marina já havia tido divergências em 2004, quando Dilma era ministra das Minas e Energia. Em dezembro de 2006, enfraquecida por uma disputa com a Casa Civil, que a acusava de atrasar licenças ambientais para a realização de obras de infraestrutura, a ministra avisara que não estaria disposta a flexibilizar a gestão da pasta para permanecer no governo.

Em 2007 Marina negou divergências com Dilma, sobre a concessão de licenças ambientais. Afirmou, ainda, que o Ibama estava seguindo os padrões legais necessários para as providências em concessão das licenças. Defendeu a ideia de que o Brasil tem de aprender a impor seus limites, buscando o desenvolvimento sustentável, sem acabar com a biodiversidade e com a vida.
A discussão entre conservação do meio ambiente e desenvolvimento, para mim é um falso dilema. Ainda que na prática tenha que ser superada, não é possível advogar pelo desenvolvimento sem promover a conservação ambiental. As duas questões fazem parte da mesma equação
—Marina Silva, abril de 2007.

Em 2008 agravaram-se as divergências com a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, em decorrência da demora na liberação das licenças ambientais, pelo Ibama, para as obras no rio Madeira, em Rondônia. Essa demora e o rigor na liberação dos documentos foram considerados como um bloqueio ao crescimento econômico.

Durante sua administração no Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva acabou perdendo a luta histórica contra os transgênicos, contra a usina nuclear de Angra 3, e também não conseguiu que a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CNTBio), aprovada em março de 2005, tivesse um caráter ambientalista, que era uma de suas metas formais. Outras medidas adotadas pelo governo Lula nos últimos anos foram de sua autoria ou contaram com sua participação e articulação política, como a proteção maciça a todas as espécies de peixes do rio Madeira, a redução em oito vezes do tamanho do lago do rio Madeira e a redução da vazão de água na transposição do rio São Francisco.
Marina Silva também denunciou pressões dos governadores de Mato Grosso, Blairo Maggi, e de Rondônia, Ivo Cassol, para rever as medidas de combate ao desmatamento na Amazônia.
Em 13 de maio de 2008, cinco dias após o lançamento do Plano Amazônia Sustentável (PAS), cuja administração foi atribuída a Roberto Mangabeira Unger, Marina Silva entregou sua carta de demissão ao presidente Lula, em razão da falta de sustentação à política ambiental, e voltou ao exercício do seu mandato no Senado Federal. Sobre a saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente, o presidente Lula declarou:

O importante é que tenha alguém isento para tocar esse plano (PAS). A Marina não é isenta; o Stephanes não é isento. Por isso, será o Mangabeira Unger
presidente Lula, em reunião no Palácio do Planalto para o lançamento do PAS em 8 de maio de 2008.


Campanha presidencial de 2010

Pré-candidatura
Em 2007 um movimento apartidário de cidadãos, denominado "Movimento Marina Silva Presidente", iniciou a defesa pública de sua candidatura à presidência da República. A repercussão internacional deste movimento fez com que o Partido Verde Europeu influenciasse o Partido Verde do Brasil a convidá-la para afiliar-se em seus quadros. Assim, desde agosto de 2009, Marina foi cogitada a ser candidata à presidência da República pelo Partido Verde (PV).
 

Candidatura 

Em 11 de junho de 2010 anunciou oficialmente sua candidatura à Presidência da República, em uma convenção do Partido Verde na qual afirmou pretender ser a primeira mulher, negra e de origem pobre a governar o Brasil.
No início de setembro, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, a candidata contava com 10% das intenções de voto, contra 50% de Dilma Rousseff e 28% de José Serra, número inferior aos votos nulos e brancos, que à época somavam 11%. Um dia antes do pleito, o instituto previa 16% do total de votos favoráveis à Marina, uma variação de 6% em menos de um mês. De acordo com o Ibope, em pesquisa do início do mês de setembro, Marina Silva teria 8% dos votos totais, contra 51% de favoráveis à Dilma Rousseff e 27% favoráveis à José Serra. Na pesquisa da véspera das eleições, o mesmo instituto previa para Marina 16% do total de votos, uma evolução de 8% em um período de um mês. O crescimento de Marina Silva no primeiro turno das Eleições brasileiras de 2010 foi denominado pela imprensa como "onda verde".

Resultado

Ao final do primeiro turno das Eleições Presidenciais de 2010, em 3 de outubro, Marina Silva obteve 19.636.359 votos, o que correspondeu a 19,33% dos votos válidos, ocupando assim, o terceiro lugar na disputa que seguiu para o segundo turno entre Dilma Rousseff e José Serra. O resultado foi maior do que previam as últimas pesquisas de intenção de votos. Os institutos Datafolha e Ibope, por exemplo, calculavam 17% dos votos válidos para Marina e chegavam a prenunciar a vitória de Dilma ainda no primeiro turno.

Marina Silva obteve vitória sobre os outros candidatos em algumas capitais, como Brasília (41% dos votos válidos), Belo Horizonte (39% dos votos válidos) e Vitória (37% dos votos válidos). Ocupou a segunda colocação em estados como Rio de Janeiro (31% dos votos válidos), Amapá (29% dos votos válidos), Amazonas (25% dos votos válidos) e Pernambuco (20% dos votos válidos).
Marina se tornou a candidata mais votada da história na legenda, tornando-se destaque internacional em aliados do PV pelo mundo, principalmente na América do Sul e Europa, onde o partido vem ganhando força na última década. Marina foi lembrada pela Federação dos Partidos Verdes das Américas (FPVA) pela força que conquistou, segundo o copresidente da FPVA, o mexicano Leonardo Álvarez, ela se tornou um ícone da legenda, tornando-se uma referência juntamente com Antanas Mockus, da Colômbia, que transformou o PV na segunda força eleitoral daquele país.

Em relação ao resultado final das eleições, Marina parabenizou a candidata eleita pela maioria, “Parabenizo a ministra Dilma por ter sido eleita presidente, e a primeira mulher presidente do Brasil”, disse. A senadora desejou “boa sorte” a Dilma e afirmou que a nova presidente deve ter no cargo “a simplicidade dos pombos e a sagacidade das serpentes”.
Marina que se declarou "independente" em relação ao segundo turno, obteve sua neutralidade e não revelou o voto. Ainda pelo Twitter, Marina reforçou a parabenização dizendo: “a ministra Dilma era a candidata de uma parte dos brasileiros. A partir de agora, é a presidente eleita de todos nós nos próximos quatro anos.


Campanha presidencial de 2014

Oficialmente confirmada como pré-candidata à reeleição, Dilma Rousseff tinha entre seus principais adversários o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos que faleceu em um acidente aéreo em 13 de agosto de 2014, restou então até a confirmação de Marina Silva como candidata, o senador do PSDB por Minas GeraisAécio Neves como principal adversário.
Em outubro de 2013, após ter o registro do seu partido negado pelo TSE, Marina abdica de sua candidatura à presidente, e resolve se aliar ao PSB e à Eduardo Campos. Os dois firmaram uma aliança programática. A dupla confirmou a pré-candidatura da chapa que tinha Campos como candidato a presidente e Marina na vice, durante evento realizado em Brasília, em 14 de abril de 2014.

Aécio Neves também confirmou a sua pré-candidatura pelo PSDB. O senador e ex governador de Minas Gerais só anunciou o nome do vice em 14 de junho, durante a convenção nacional do partido que oficializou sua candidatura. Após a morte de Eduardo Campos, ocorrida no dia 13 de agosto de 2014, o irmão de Eduardo, Antônio Campos, defendeu que Marina deveria encabeçar a chapa de disputa à presidência.

O presidente do PSB Roberto Amaral e demais dirigentes confirmaram no dia 16 de agosto de 2014 que Marina Silva estaria mantida na chapa e que ela seria candidata, superando todo tipo de divergências no partido. As negociações pelo nome de Marina foram iniciadas informalmente após ela ter dado aval ao partido sobre sua possível candidatura e evitou um pronunciamento público em respeito ao luto pela morte de Eduardo Campos. No dia 20 de agosto de 2014, o PSB, em reunião na sua sede em Brasília oficializou a candidatura de Marina Silva e Beto Albuquerque como sendo os nomes da legenda para a corrida presidencial o mesmo possuía prazo até o dia 23 de agosto de 2014 como estipulado na forma da lei em razão da morte de Eduardo Campos para registrar a nova chapa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A chapa foi registrada um dia antes do final do prazo.
Quero, primeiramente, agradecer a Deus por estar nos ajudando a fazer essa travessia difícil, após a perda daquele que havíamos escolhido para nos guiar nessa difícil tarefa de mudar o Brasil. Mudar com a visão de que se começa o novo no novo, corrigindo os equívocos praticados e encarando os desafios desse início de século.

—Marina, durante a oficialização da candidatura à presidência para as eleições de 2014 pelo PSB.
Uma das promessas de campanha, é que se fosse eleita, faria um mandato de apenas quatro anos, pois declarou ser contra a reeleição para presidente, No dia 5 de outubro de 2014, após o encerramento da apuração de votos, Marina Silva ficou em 3º colocado com 22.154.707 de votos. Sua candidatura recebeu apoio de artistas e intelectuais como Caetano VelosoMarco NaniniFerreira GullarGilberto GilThiago de Mello, e Moraes Moreira, No segundo turno manisfestou apoio ao candidato do PSDB à presidência da República Aécio Neves.

Campanha presidencial de 2018

Em 2018, Marina Silva candidatou-se pela Rede à Presidência da República. O anúncio oficial deu-se em 4 de agosto de 2018 na convenção do partido. Eduardo Jorge, do PV, foi escolhido como candidato a vice-presidente. Após o pleito, ficou em 8º lugar com 1.069.575 votos seu pior resultado em eleições presidenciais.

Partidos políticos

Partido dos Trabalhadores

Marina foi militante do Partido dos Trabalhadores (PT) por três décadas, num movimento que ajudou a construir, participando das articulações políticas, defendendo as causas sociais e direitos humanos, porém ainda não era filiada de início. Encorajada principalmente por Chico Mendes, ela atende os pedidos de amigos e ingressa oficialmente na sigla, registrando-se em 1985 e logo disputando as eleições do ano seguinte. Foi no PT que Marina conseguiu embasamento para caracterizar seu perfil político e formar uma estrutura consolidada em aspectos que a levava a conquistar o seus objetivos. Durante esse longo período elegeu-se vereadora, deputada e senadora.
No dia 19 de agosto de 2009, no entanto, Marina Silva anunciou sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores (PT). Afirmou que a decisão foi taciturna e a comparou com o fato de ter deixado a casa dos pais há 35 anos num seringal rumo a uma cidade grande.
Não se trata mais de fazer embate dentro de um partido em que eu estava há cerca de 30 anos, mas o embate em favor do desenvolvimento sustentável.
—Marina Silva, após anunciar sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores.


Partido Verde

Em 29 de junho de 2011 o jornal Correio do Brasil publicou uma nota informando que Silva estava prestes a se desfiliar do Partido Verde(PV). Segundo a reportagem, Marina autorizou seus aliados a buscarem abrigo temporário em outras legendas, enquanto a própria ex-candidata à presidência recebeu convites do Partido Popular Socialista (PPS).
Em 7 de julho de 2011, no evento "Encontro por uma nova política", realizado na Zona Oeste de São Paulo, anunciou oficialmente sua saída do Partido Verde (PV). "Manter a coerência e seguir em frente, é o sentido de nosso gesto." disse Marina. Ela ressaltou também que a saída do partido não tem motivação eleitoral.
Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos.
No discurso de desfiliação do PV.


Partido Socialista Brasileiro

Em 5 de outubro de 2013 Marina filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro e manifestou apoio ao presidente do partido, o então governador de PernambucoEduardo Campos, um dos pré-candidatos à disputa pela presidência em 2014. Após conseguir fundar a Rede, Marina Silva passou a ser filiada honorária do PSB.


Rede

Em 29 de junho de 2011, com os rumores que ela poderia se retirar do Partido Verde, publicaram que Marina não descartava a possibilidade da criação de uma nova legenda, juntamente com os demais que se desfiliassem. No dia 16 de fevereiro de 2013, foi lançado a "Rede Sustentabilidade", projeto para um novo partido liderado por Marina Silva. Seria a legenda pela qual a ex-senadora pretendia concorrer pela segunda vez à presidência, nas eleições de 2014, mas o partido não conseguiu registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral para disputar esse pleito, por não ter atingido o número mínimo de assinaturas exigidas para sua oficialização. Para conseguir o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a legenda precisaria de cerca de 492 mil assinaturas de apoiantes — 0,5% do total de votos válidos da última eleição. Entretanto, 95 mil assinaturas foram invalidadas por cartórios eleitorais. Apesar de Marina ter entrado com recurso para conseguir a validação e dos ministros do TSE — que votaram sobre a possibilidade de criação do partido — terem destacado a certeza da lisura da ex-senadora no processo, o Rede Sustentabilidade não conseguiu se oficializar. Em 22 de Setembro de 2015, a Rede Sustentabilidade obtém seu registro definitivo no TSE.

Prêmios e honrarias

Sua atuação pela preservação do meio ambiente lhe rendeu reconhecimento internacional, tendo recebido uma série de prêmios internacionais, como o "Champions of the Earth" da Organização das Nações Unidas, por sua luta para proteger a Floresta Amazônica.Pela criação do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia Regional, Marina foi premiada com o The Duke of Edinburgh's Award da ONG internacional WWF. Um ano mais tarde, recebeu em Oslo, na Noruega, o prêmio Sophie, da Sophie Foundation. Marina foi lembrada pela Fundação Príncipe Albert II de Mônaco e recebeu o Prêmio sobre Mudança Climática, também por causa de sua atuação na área e pelas iniciativas para criar um desenvolvimento sustentável. Em 2013 foi eleita pela Revista Época, uma das 100 personalidades mais influentes do Brasil e foi incluída em uma lista de 10 brasileiros que foram notícias no mundo naquele ano, elaborada pela BBC Brasil.Foi chamada pelo jornal The New York Times de "ícone do movimento ambientalista".

Em 1996 Marina Silva recebeu o Prêmio Goldman do Meio Ambiente pela América Latina e Caribe, nos Estados Unidos. Onze anos depois, em 2007, por meio da Medida Provisória nº 366, ocupando o cargo de Ministra do Meio Ambiente, Marina desmembrou o Ibama e repassou a gestão das unidades de conservação da natureza federais para o Instituto Chico Mendes. No mesmo ano, recebeu o maior prêmio da Organização das Nações Unidas (ONU) na área ambiental — o Champions of the Earth (Campeões da Terra) — concedido a seis outras personalidades: o ex-vice-presidente dos Estados UnidosAl Gore; o príncipe Hassan Bin Talal, da JordâniaJacques Rogge, do Comitê Olímpico Internacional; Cherif Rahmani, da Argélia; Elisea Gillera Gozun, das Filipinas, e Viveka Bohn, da Suécia.

Em 2008, recebeu o Eco & Peace Global Award, entregue durante a ECO 2008 — Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Cultura da Paz, realizada em Brasília. Outras personalidades também receberam honrarias, como Michael Kramer (pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha – Suíça); Pauli Gunter Pauli, da Bélgica, fundador da ZERI (Zero Emissions Research & Initiatives); Zilda Arns, também brasileira, fundadora da Pastoral da Criança; Washington Novaes, jornalista especializado em Meio Ambiente e Paulo Nogueira Neto, ex-ministro de Meio Ambiente. Em 1 de abril de 2009 recebeu o prêmio norueguês Sofia, de 100 mil dólares, por sua luta em defesa da floresta amazônica. O motivo maior da homenagem recebida por Marina Silva, segundo a Fundação Sofia, foi a redução do desmatamento para o segundo nível mais baixo em vinte anos. Em 10 de outubro de 2009, recebeu o prêmio Mudanças Climáticas, oferecido pela Fundação Príncipe Albert II de Mônaco. Foi considerada um dos 100 maiores protagonistas do ano de 2009 pelo jornal espanhol El País. Foi considerada também pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009 e 2010.

Em março de 2011 o perfil no Twitter de Marina ganhou o prêmio Shorty Awards, considerado pelo estadunidense The New York Timescomo o "Oscar dos twitters". Entre os brasileiros, teve como indicados os perfis da presidente Dilma Rousseff e da Agência Senado, entre outros.

Na abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2012, em Londres, carregou a bandeira com os anéis olímpicos juntamente com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o maestro argentino Daniel Barenboim e prêmios Nobel. O convite foi realizado pelo Comitê Olímpico Internacional como reconhecimento pelo seu trabalho na proteção do meio ambiente.

Em 2013, voltou para a lista dos 100 mais influentes do Brasil da Revista Época. O que se repetiu em 2014.
Em 2014, o jornal britânico Financial Times elegeu Marina como uma das mulheres do ano (Women of 2014), apontando-a como uma das personalidade mais influentes em 2014. O jornal destacou a origem humilde de Marina, a trajetória política e a sua ideologia.

Opinião, postura e críticas

Ao longo de sua trajetória política, Marina envolveu-se em polêmicas políticas e sociais. Defendeu o direito das escolas adventistas de ensinarem o criacionismo — como ela própria esclareceu depois, desde que também se ensinasse a teoria da evolução. Segundo ela:
No espaço da fé, a ciência tem todo o acolhimento. Eu gostaria que a fé tivesse o mesmo acolhimento da ciência.
—Marina Silva

Em 2010, Marina também posicionou-se contra as pesquisas com células-tronco embrionárias, tendo defendido a utilização de células-tronco adultas, e contra a descriminalização do aborto, embora seja favorável à realização de um plebiscito no Brasil para tratar do tema.

Em 2010, disse ser contrária ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, embora tenha se posicionado favorável à união civil 'de bens' entre homossexuais. Também diz ser contra a legalização de drogas ilícitas, como a maconha, apesar de também defender uma consulta popular sobre o tema. Em 2013, ela se declarou a favor da união civil homoafetiva, embora evite usar o termo "casamento" neste caso. Em 2014, seu programa de governo foi alterado 24 horas após ser divulgado, tendo optado por uma termos menos explícitos.
De acordo com sua biografia, é a única ex-senadora a ter abdicado da pensão vitalícia à qual tem direito pelo regimento do Senado Federal, bem como do plano de saúde, e a única candidata à Presidência a fazer devolução de R$500.000,00 em doações para a sua campanha presidencial, pois se negou a concordar com o "modus operandi" das empresas doadoras.

Durante sua campanha em 2010, foi criticada por Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, por sua opinião em relação ao aborto, em defender um plebiscito.
 A candidata Marina Silva respondeu às declarações do pastor Silas Malafaia, que a acusa de “jogar para a torcida” em assuntos considerados importantes pela comunidade evangélica, como o aborto e o casamento gay, alegando que defender o plebiscito é coerência programática. Além disso, Marina, enquanto senadora, não teria apreciado como relatora o projeto de lei da Câmara nº 16 de 2009, de autoria do deputado federal Filipe Pereira, que obrigaria todas as bibliotecas públicas brasileiras a colocar à disposição um exemplar da Bíblia em seu acervo.

Giowana Cambrone Araújo, ativista transexual e coordenadora do elo estadual da Rede Sustentabilidade no RJ, afirmou que "há de se ser justo e relembrar que o programa apresentado ainda era o mais avançado dentre todos os candidatos, pois foram preservadas as propostas da adoção de crianças por casais homoafetivos e o apoio à Lei João Neri que prevê a requalificação civil de pessoas trans. No entanto, esse equívoco ocorrido na publicação infelizmente fragilizou a campanha e começamos a ser atacados e acusados de que essa mudança teria se dado pelos tuítes oportunistas do Malafaia."

Giowana ainda diz: "O Malafaia nunca compôs nada com a Rede e é um oportunista de marca maior. Afirmar que o Malafaia tenha qualquer influência na Rede é desconhecer totalmente o movimento. Também não vejo na Marina qualquer restrição aos direitos civis LGBT. Acho que a Marina é uma pessoa muito aberta a essa questão de Direitos Humanos. Basta ler a versão final do programa para entender isso. Mas no calor da campanha, ganhou quem fez o marketing, não quem apresentou propostas e firmou compromissos por escrito." Segundo ele, o voto de presidente foi para o amigo Pastor Everaldo e ainda disse que rejeita ter tido influência sobre ela e afirma que Marina não é candidata evangélica.

Em 6 de março de 2016, Marina atacou a postura do PT de “fazer apologia ao confronto para se defender de acusações”, e que o povo brasileiro merece ser reparado por erros do governo.
Em 4 de agosto de 2018, na convenção do REDE para confirmar Marina na disputa da presidência pelo partido, Marina defendeu, que se eleita, vai propor uma reforma política que acabe com a reeleição.

Fonte:

Wikipédia.


Comentário:

Minha opinião sobre Marina Silva, que é uma pessoa que passou por diversas dificuldades e mesmo assim não se deixou cair. Estudou e deu uma grande contribuição para o meio ambiente.



Mundo - Parque Nacional de Yellowstone (4o bimestre)




Parque Nacional de Yellowstone


Parque Nacional de Yellowstone é um parque nacional norte-americano localizado nos estados de Wyoming, Montana e Idaho. É o mais antigo parque nacional no mundo, e um marco na história das áreas protegidas. Foi inaugurado a 1 de março de 1872 e cobre uma área de 8980 km², estando a maior parte dele no condado de Park, no noroeste do Wyoming. O parque é famoso por, entre outras atrações, seus gêiseres, suas fontes termais e por sua variedade de vida selvagem, na qual incluem-se ursos mansos, lobos, bisontes, alces, e outros animais. É o centro do grande ecossistema de Yellowstone, que é um dos maiores ecossistemas de clima temperado ainda restantes no planeta. O gêiser mais famoso do mundo, denominado Old Faithful, encontra-se neste parque. A cidade mais próxima do parque Yellowstone é Billings, Montana.

Muito antes de haver presença humana em Yellowstone, uma grande erupção vulcânica ejetou um volume imenso de cinza vulcânica que cobriu todo o oeste dos Estados Unidos, a maioria do centro-oeste, o norte do México e algumas áreas da costa leste do Oceano Pacífico. Esta erupção foi muito maior que a famosa erupção do Monte Santa Helena, em 1980. Deixou uma enorme caldeira vulcânica (70 km por 30 km) assentada sobre uma câmara magmática. Yellowstone registou três grandes eventos eruptivos nos últimos 2,2 milhões de anos, o último dos quais ocorreu há 640 000 anos. Estas erupções são as de maiores proporções ocorridas na Terra durante esse período de tempo, provocando alterações no clima nos períodos posteriores à sua ocorrência.

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História da presença humana

A presença humana no parque remonta a 11 000 anos. Os nativos americanos que caçavam e pescavam na região de Yellowstone utilizavam significantes quantidades de obsidiana aí encontradas para produção de armas e de utensílios de corte. Pontas de seta fabricadas a partir da obsidiana de Yellowstone são encontradas tão longe como o vale do rio Mississippi, o que indica que haveria negócios entre os nativos americanos de Yellowstone e outras tribos mais a leste.

Em 1806, um membro da Expedição de Lewis e Clark, de seu nome John Colter, abandonou esta expedição e juntou-se a um grupo de caçadores de peles. Terá sido o primeiro não nativo a visitar a região e a ter contacto com a realidade dos nativos americanos radicados nessa região. Após ter sobrevivido a danos corporais sofridos durante uma batalha que envolveu a tribo Crow e tribos Blackfoot, ele terá relatado a existência de um local que denominou de fogo e enxofre. A maior parte das pessoas que ouviram este relato não acreditaram, supondo que se tratasse mais de um delírio, tendo mesmo chamado a esse supostamente imaginário local de Inferno de Colter (Colter's Hell).
Mais tarde, o explorador Jim Bridger, após ter regressado de uma expedição ao parque (1857), contou histórias da existência de fontes em ebulição, de locais onde a água jorrava energicamente e de montanhas repletas de substâncias vítreas e de rochas amarelas. Devido à reputação que Bridger tinha, estes relatos foram largamente ignorados. No entanto, as suas histórias despertaram o interesse do explorador e geólogo Ferdinand Vandeveer Hayden que, em 1859, iniciou uma expedição de 2 anos à área montante do rio Missouri. Nessa expedição levou consigo como guias W.F. Reynolds (explorador do Exército dos Estados Unidos da América) e o próprio Bridger. O grupo aproximou-se da região de Yellowstone mas foi forçado a recuar devido a intensos nevões que então se fizeram sentir. Entretanto começaria a Guerra Civil Americana, impedindo tentativas de exploração mais profundas da região.
A primeira expedição detalhada à área de Yellowstone foi protagonizada pela expedição de Folsom, em 1869.

Baseado na informação recolhida na expedição de 1869, um grupo de residentes em Montana organizou a expedição Washburn-Langford-Doane (1870), comandada por Henry Washburn. Nathaniel P. Langford (mais tarde conhecido como "National Park" Langford) fazia parte deste grupo, assim como Gustavus Doane, que comandava um destacamento do exército dos EUA. A expedição demorou um mês a explorar a região, fazendo recolha de espécimenes e nomeando os sítios de interesse. É por esta altura que foi esboçada pela primeira vez a ideia de Yellowstone se tornar um Parque Nacional. Essa ideia pertenceu a Cornelius Hedges, um advogado de Montana.
Em 1871, onze anos após a sua primeira tentativa frustrada, F.V. Hayden conseguiu finalmente condições para explorar a região. Esta expedição, de maiores dimensões, foi patrocinada pelo governo. Hayden elaborou um relatório exaustivo sobre Yellowstone, que incluía fotografias em grande formato elaboradas por William Henry Jackson e pinturas elaboradas por Thomas Moran. Este relatório ajudou a convencer o Congresso dos Estados Unidos a retirar a região da hipótese de leilão público. Em 1 de Março de 1872, o presidente Ulysses S. Grant promulgou legislativamente a criação do Parque Nacional de Yellowstone.

"National Park" Langford, membro das expedições efectuadas em 1870 e 1871, foi designado como o primeiro superintendente do parque, em 1872. Serviu durante cinco anos, embora sem salário, fundos ou pessoal auxiliar. Faltavam-lhe meios para melhorar as condições dos terrenos e para implementar medidas de protecção do parque. Como não havia nenhum policiamento do parque e este carecia de regulamento, era vulgar que sofresse ataques de ladrões, vândalos e de outras pessoas indesejadas cujo interesse era somente de captar os valiosos recursos que o parque oferecia. Como resultado disto, Lagford foi forçado a abandonar o cargo em 1877.

Tendo viajado através de Yellowstone e testemunhado pessoalmente os problemas de que o parque sofria, Philetus Norris voluntariou-se para tomar o cargo deixado por Langford. O Congresso finalmente decidiu providenciar um salário para o intendente do parque, assim como uma pequena quantidade de fundos para operacionalizar os assuntos do parque. Langford usou então estes fundos para expandir os acessos ao parque, construindo 30 novas estradas, assim como para explorar em maior profundidade o parque. Foi contratado um ajudante (Harry Yount) para controlar os saques e vandalismos que ocorriam no parque. Hoje em dia, Harry Yount é considerado como o primeiro guarda de parque (national park ranger). Estas medidas mostraram-se no entanto insuficientes no que diz respeito à protecção do parque. Quer Philetus Norris, quer os três superintendente que se lhe seguiram, conseguiram impedir efectivamente a destruição dos recursos naturais do parque.
Só em 1886, quando foi dada a tarefa de gestão do parque ao exército dos Estados Unidos, é que se conseguiu efectivamente controlar uma boa parte dos seus problemas. Com fundos suficientes e com pessoal para efectuar uma vigilância efectiva, o exército conseguiu desenvolver com sucesso o policiamento e os regulamentos que permitiam manter o acesso público ao mesmo tempo que se protegia a vida selvagem e os recursos naturais do parque. O Serviço Nacional de Parques, criado em 1916, acabou por ficar a ser gerido pelo exército, devido ao sucesso desta entidade na realização das tarefas que lhe haviam sido confiadas em relação a este parque.

O Parque Nacional de Yellowstone foi designado como Reserva da biosfera, a 26 de Outubro de 1976. Em 8 de Setembro de 1978 foi designado como Patrimônio Mundial, pela UNESCO.

Incêndios florestais

Uma série de incêndios florestais derivados de relâmpagos começaram a alastrar pelo parque no verão de 1988. Milhares de bombeiros acorreram ao local para prevenir que estruturas aí construídas pelo Homem fossem destruídas. No entanto, não houve esforço sério para extinguir completamente os fogos, que deixaram de lavrar quando chegaram as chuvas outonais.
Os ecologistas argumentam que os incêndios fazem parte da dinâmica do ecossistema de Yellowstone: não permitir que os incêndios se desenvolvam naturalmente poderá ter como resultado o desenvolvimento de uma floresta sobrepovoada e dessa maneira vulnerável à desoxigenação, ao aparecimento de doenças e enfraquecimento geral da floresta.
De fato, a mega fauna do parque foi pouco afetada por esses incêndios. Desde então, muitas árvores novas voltaram a nascer e antigos sistemas de vistas voltaram a reaparecer. Alguns sítios de interesse arqueológico e geológico foram também descobertos e catalogados pelos cientistas. O Serviço Nacional de Parques tem agora uma política de despoletar pequenos incêndios controlados, para prevenir que se acumulem demasiados materiais inflamáveis no parque.

Geografia

A divisória continental passa através do parque.
divisória continental da América do Norte prolonga-se diagonalmente através do sudoeste do parque. Esta divisória é um acidente topográfico (cadeia montanhosa) que bissecta o continente entre as bacias de drenagem do Oceano Atlântico e do Oceano Pacífico (um terço do parque encontra-se na bacia de drenagem do oceano Pacífico).
Por exemplo, o rio Yellowstone e o rio Snake têm as suas nascentes próximas uma da outra, no parque. No entanto, a nascente do rio Snake encontra-se do lado oeste da divisória continental e a nascente do rio Yellowstone encontra-se no lado oriental. Dessa maneira, as águas do rio Snake dirigem-se para o Pacífico enquanto que as águas do rio Yellowstone dirigem-se para o Atlântico (Golfo do México).

O parque assenta sobre um planalto elevado com uma média de 2400 m de altitude e é bordejado em quase todas as direcções pelas Montanhas Rochosas que se elevam de 3000 a 4300 m. As cadeias montanhosas circundantes são:
Gallatin Range (a noroeste)
Beartooth Mountains (a norte)
Absaroka Mountains (a leste)
Wind River Range (a sudeste)
Teton Mountains (a sul)
Madison Range (a oeste)
O ponto mais alto no planalto denomina-se Mount Washburn (3 122 m).
A sudoeste do parque encontra-se um planalto rodeado por pequenos montes denominado Island Park Caldera. Para além deste planalto localizam-se as planícies do rio Snake (na parte sul de Idaho), que se encontram cobertas por basalto.

Uma das particularidade mais interessantes do planalto de Yellowstone é a caldeira vulcânica aí existente; é uma caldeira de grandes dimensões que se encontra coberta quase na totalidade por fragmentos de rocha derivados de actividade vulcânica e que mede 50 por 60 km. Dentro desta caldeira encontra-se o lago Yellowstone, que é o maior lago em elevação da América do Norte.

Geologia

Yellowstone situa-se na ponta nordeste de um acidente geográfico em forma de U que atravessa as montanhas e que actualmente são as planícies do rio Snake. Esta planície em forma curva foi criada na altura em que o continente americano sofria deriva continental e passava por um hotspot ("zona quente") vulcânico existente abaixo da crosta terrestre. Este hotspotestava anteriormente localizado onde é hoje a localidade de Boise, no estado de Idaho. Mas a América do Norte sofreu uma deriva, à velocidade de 45 mm por ano, na direcção sudoeste, que relocalizou o hotspot até ao lugar actual.
caldeira vulcânica de Yellowstone é o maior sistema vulcânico existente na América do Norte. É normalmente denominado como "supervulcão" porque a caldeira foi formada por acção de erupções explosivas de elevada proporção. A caldeira foi criada por uma erupção cataclísmica que ocorreu há cerca de 640 000 anos e que libertou 1000 quilómetros cúbicos de cinzarocha e materiais piroclásticos (este evento teve uma proporção 450 vezes maior que a erupção do Monte Santa Helena, em 1980), formando uma cratera vulcânica com quase 1 km de profundidade e abrangendo uma superfície de 30 por 70 km (o tamanho da caldeira tem no entanto sido modificado desde essa altura). A formação geológica assim formada toma o nome de tufo e esta em particular passou a ser conhecida como Lava Creek Tuff. Para além deste grande ciclo eruptivo, outros dois ciclos haviam já ocorrido nesta região.

Cada erupção é de facto parte de um ciclo eruptivo maior que atinge o seu clímax com o colapso da cobertura de uma câmara magmática. Isto cria uma cratera, denominada caldeira, e liberta grandes quantidade de material vulcânico (normalmente através de fissuras que bordejam a caldeira). O tempo que medeia as três últimas erupções cataclísmicas na região de Yellowstone, variou de 600 000 a 900 000 anos. O pequeno número destes eventos eruptivos não permite que sejam feitas predições relativas à data de ocorrência do próximo evento deste tipo.
O primeiro e maior evento eruptivo teve o seu clímax a sudoeste dos limites actuais do parque, há cerca de 2,2 milhões de anos, e formou uma caldeira de 50 por 80 km e centenas de metros de profundidade, libertando 2500 quilómetros cúbicos de material (a maioria cinza, mas também pedra pomes e outros materiais piroclásticos). A caldeira foi então preenchida por subsequentes erupções. A estrutura geológica assim formada foi denominada Huckleberry Ridge Tuff.

No segundo evento eruptivo, 280 quilómetros cúbicos de material foram ejectados. Ocorreu há 1,2 milhões de anos e formou uma caldeira de menores dimensões (Island Park Caldera) e outra formação geológica denominada Mesa Falls Tuff. Todas as três erupções libertaram grandes quantidades de cinza vulcânica que cobriram grande parte da zona central da América do Norte. As cinzas libertadas propagaram-se por milhares de quilómetros. A quantidade de cinzas e gases libertados terão provocado impactos significativos nos padrões climáticos globais, tendo levado à extinção de muitas espécies, pelo menos na América do Norte. Há cerca de 160 000 anos, ocorreu uma erupção de menores dimensões, formando uma caldeira de pequenas dimensões, agora preenchida pelo lago Yellowstone.

Os estratos de lava podem ser vistos mais facilmente no grande desfiladeiro de Yellowstone, nos locais onde o rio Yellowstone continua a erodir os antigos depósitos de lava. De acordo com Ken Pierce, geólogo do U.S. Geological Survey, no fim do último período de glaciação (entre 14 000 e 18 000 anos atrás), várias barreiras de gelo formaram-se na desembocadura do lago Yellowstone. Quando esse gelo derreteu, um grande volume de água foi libertado, causando inundações e erosão de grandes porporções no que é hoje o desfiladeiro. Estas inundações provavelmente ocorreram mais do que uma vez. O desfiladeiro é um típico vale em forma e V, indicativo de erosão fluvial e não erosão por glaciar. Hoje em dia, o desfiladeiro continua a ser lentamente erodido pelo rio Yellowstone.
Após a última grande erupção, há 63 000 anos, até há 70 000 anos, a caldeira de Yellowstone foi praticamente toda preenchida por lavas reolíticas resultantes de erupções periódicas (um exemplo em Obsidian Cliffs) e também por lavas basálticas (um exemplo em Sheepeaters Cliff). Mas há cerca de 150 000 anos, o tecto do planalto começou a elevar-se novamente. Duas áreas em particular, localizadas no foco da caldeira elíptica, começaram a elevar-se mais rapidamente que as áreas adjacentes do planalto. Este diferencial de altitudes criou dois domos ressurgentes (Sour Creek dome e Mallard Lake dome) que se elevam 15 milímetros por ano, enquanto que o resto da caldeira se eleva 12,5 milímetros por ano.

Preservados em Yellowstone, existem muitos locais com actividade geotermal, incluindo 10 000 fontes geotermais e gêiseres (cerca de 62% do total existente em todo o planeta). A água que alimenta estes locais deriva do aquecimento provocado pelo hotspot acima descrito.
O gêiser mais famoso do parque (um dos mais conhecidos do mundo) denomina-se Old Faithful Geyser. O parque também contém o maior gêiser activo do mundo: o Steamboat Geyser.

Biologia e ecologia

A espécie botânica dominante no parque é a Pinus contorta. No entanto, variedades de PiceaAbies e Populus também são comuns. Podem ser encontradas no parque pelo menos 300 espécies de plantas, algumas delas não se encontrando em mais local nenhum (endemismo).
Yellowstone é considerado o habitat selvagem dos Estados Unidos com maior variedade de megafauna. Alguns dos animais que podem ser encontrados são:

Bisonte-americano (Bison bison)
Urso-pardo (Ursus arctos)
Urso-negro (Ursus americanus)
Alce (Alces alces)
Veado (Odocoileus hemionus)
Antilocapra (Antilocapra americana)
Carneiro das Montanhas Rochosas (Oreamnos americanus)
Suçuarana (Puma concolor)
Os rios de Yellowstone constituem parte da área de distribuição de uma das sub-espécies de truta (Oncorhynchus clarki), muito apreciada pelos pescadores. Este tipo de truta tem enfrentado algumas ameaças nos anos mais recentes: a introdução intencional e ilegal da truta da espécie Salvelinus namaycush, que exerce predação sobre a primeira; a seca que se faz sentir na região; e a introdução acidental de um parasita(Myxobolus cerebralis) que causa uma doença terminal do sistema nervoso dos peixes mais jovens.

As relativamente grandes populações de bisontes existentes no parque são uma preocupação para os rancheiros, que temem que estes animais transmitam doenças aos seus parentes domésticos. De facto, cerca de metade dos bisontes em Yellowstone já estiveram expostos à brucelose. Esta é uma doença bacteriana que chegou à América do Norte por meio de gado vindo da Europa e que provoca aborto espontâneo.
A doença teve um efeito mínimo na população de bisontes do parque e não existem casos reportados de transmissão de animais selvagens para animais domésticos ou mesmo para visitantes. Mas a possibilidade real de contágio continua a existir: o estado de Montana acredita que a proximidade entre gado doméstico e animais selvagens possa ameaçar o estatuto deste estado como estando livre de brucelose. Este estado aprovou uma caçada a bisontes, em 2005, com 50 licenças emitidas para que fossem abatidos os bisontes que saíssem do parque. Os alcestambém podem ser portadores da doença, mas este animal não é considerado como uma ameaça para o gado doméstico.
Para combater a ameaça que os bisontes possam causar, os agentes do parque regularmente reconduzem as manadas que saem dos limites do parque. Os activistas dos direitos animais não vêem esta actuação com bons olhos, argumentando que a possibilidade de contágio não é tão elevada como os rancheiros afirmam ser. Os ecologistas também apontam que os animais apenas estão a movimentar-se para zonas de pastoreio temporárias, mais favoráveis, existentes no Grande Ecossistema de Yellowstone.

Começando em 1918, num esforço para proteger as populações de alce, o director do Serviço de Parque ordenou a exterminação de pumas e de outros animais predatórios existentes no parque de Yellowstone. Os caçadores do Serviço de Parques seguiram então estas ordens e, por volta de 1926, tinham já abatido 122 lobos.

Na década de 1990, o governo federal reviu a sua posição em relação aos lobos. Numa decisão controversa do U.S. Fish and Wildlife Service (organização com tarefa de protecção de espécies ameaçadas), foi decidida a reintrodução de lobos no parque. Após o extermínio do lobo, o coiote tornou-se o predador de topo no parque. No entanto, o coiote não tem a capacidade de exercer predação sobre animais de maior porte. Como resultado, a megafauna começou a tornar-se enfraquecida e doente. Desde que o lobo foi reintroduzido, esta tendência tem-se revertido.
No entanto, os rancheiros que exercem a sua actividade em áreas circundantes demonstram a sua preocupação com os lobos que se aventuram fora dos limites do parque e que ameaçam o seu gado. De maneira geral, os lobos caçam aquilo que lhes foi ensinado caçar enquanto eram jovens. Por isso, tendem a caçar alces e não gado doméstico. Mas a partir da altura que as alcateias começam a atacar e caçar o gado, não existe muito mais recurso do que eliminar os membros da alcateia que exerceram ataques. Os rancheiros recebem uma compensação financeira pelas perdas de gado derivadas de ataques de lobos se provarem que foram estes que realmente provocaram os danos. Por vezes os rancheiros queixam-se que é difícil provar que oa mortes não foram provocadas por coiotes ou por cães selvagens.

Os lobos reintroduzidos não têm o estatuto de espécie ameaçada, ao contrário dos lobos não-introduzidos. Assim, os rancheiros podem matá-los se estes ameaçarem o seu gado. Existem lobos que se têm deslocado naturalmente desde o Canadá, misturando-se com as populações locais, tornando assim mais difícil a tarefa de distinguir que lobos estão protegidos ou não.
O Serviço Nacional de Parques não era habitualmente a favor da reintrodução do lobo, citando evidências de que lobos já tinham começado a regressar à região pelos seus próprios meios, restabelecendo pequenas populações. Vários biólogos contratados pelo Serviço Nacional de Parques documentaram raros registos pessoais e por terceiros. Alguma preocupação emergiu, relacionado com o acordo entre as agências federais e os estados onde se situa o parque. A preocupação estava relacionada com a diminuição da protecção do lobo, através de emenda ao seu estatuto oficial de espécie ameaçada, com vista a agradar os interesses locais, nomeadamente os interesses dos rancheiros, que deixariam de sofrer represálias legais em função do acordo de reintrodução do lobo.
Em 1975 existiam apenas 136 ursos cinzentos a viverem em liberdade e em 2016 são mais de 700 devido aos serviços de proteção federal e estatal norte-americanos. Morreram em 2015 no parque de Yellowstone 61 ursos desta espécie - apenas três foram classificadas como mortes naturais.

Turismo

Yellowstone é um dos mais populares parques nacionais dos Estados Unidos. O parque é único no que diz respeito à conjugação de múltiplas características naturais.
Gêiseresfontes hidrotermais, um lago e um grande desfiladeiro, florestas, uma multitude de elementos naturais incluido a sua vida selvagem, podem ser encontrados dentro do parque. Devido a esta variedade de características, o parque oferece uma multitude de actividades para aqueles que o visitam: do montanhismo ao campismo e pedestrianismo, da prática de caiaque à pesca ou à simples observação da vida selvagem, o parque proporciona aos visitantes uma experiência memorável em contacto com a natureza.

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A maioria dos locais geotermais (gêiseres, fontes, etc.) emitem gases sulfurosos. O odor que emitem não é demasiado agressivo para a maioria das pessoas, no entanto, aconselha-se uma consulta prévia ao médico para as pessoas com dificuldades respiratórias que queiram visitar o parque.

Os fogos florestais são uma ocorrência vulgar em Yellowstone devido ao clima seco, sobretudo no Verão, mas não deverão ser considerados como desastres: são um processo natural de características regulares que contribui, em última análise, para a regeneração e embelezamento do parque. A série de fogos florestais que ocorreu no parque, no ano de 1988, deixou queimados 45% da floresta do parque, incluindo florestas adjacentes às áreas turísticas de maior evidência. Essas áreas ardidas apresentam agora um aspecto estranho, não deixando no entanto de apresentar uma certa beleza, tanto que parte dessas áreas começam lentamente a recuperar as tonalidades verdejantes.

Os guardas do parque aconselham os visitantes a não se aproximarem demasiado de animais potencialmente perigosos e a percorrerem o parque por trilhos seguros. Alguns dos pontos de água têm águas ferventes e libertam gases tóxicos: no ano de 2004, cinco bisontes foram encontrados mortos devido à inalação desses gases tóxicos de origem geotermal.

Existe alojamento para os visitantes em onze locais diferentes. A pousada Old Faithful proporciona uma vista privilegiada para a atracção que lhe deu o nome: o 'Old Faithful Geyser. Os alojamentos são de tipo variado, desde hotéis até pequenos alojamentos. Existem onze parques de campismo.
O próprio parque está rodeado de outras áreas protegidas, tais como o Grand Teton National Park e a Custer National Forest. Algumas das populações mais próximas são West Yellowstone (Montana), Cody (Wyoming), Red Lodge (Montana), Ashton (Idaho) e Gardiner (Montana). Segundo o censo demográfico efectuado em 2000, existem 600 pessoas a viver em permanência dentro dos limites do parque.
Em 2009 foi registado um recorde de visitantes: 2,3 milhões.

FONTE: 

Wikipédia.

Comentário:

Que lugar incrível!!! Já quero conhecer. O post está super completo… Adorei!!! Lugar maravilhoso! Como pode existir um lugar tão lindo assim?! Excelente!! Esse lugar é incrível demaaais, tenho muita vontade de conhecer.